
Enquanto isso, o achincalhe ao processo eleitoral permanece impávido e "imexível", com as urnas eletrônicas protegidas de qualquer auditagem e ainda expostas ao "voto terceirizado", apesar da existência de farta tecnologia e equipamentos para a introdução, em nível nacional, do sistema biométrico de identificação, pelo qual o eleitor só vota depois de "tocar piano" no aparelho identificador.
Embora essas urnas tenham demonstrado total vulnerabilidade, inclusive em simulação promovida pela TSE, com elas ninguém mexe e ponto final.
Oferecem a curto prazo a exigência de ficha limpa na Justiça de segunda instância como remédio, mas protelam a perder de vista tanto a impressão do voto como a identificação digital - práticas em países demonizados como a Venezuela e Bolívia.
Por que tanta resistência a esse controle profilático?
(Pedro Porfírio)
Embora essas urnas tenham demonstrado total vulnerabilidade, inclusive em simulação promovida pela TSE, com elas ninguém mexe e ponto final.
Oferecem a curto prazo a exigência de ficha limpa na Justiça de segunda instância como remédio, mas protelam a perder de vista tanto a impressão do voto como a identificação digital - práticas em países demonizados como a Venezuela e Bolívia.
Por que tanta resistência a esse controle profilático?
(Pedro Porfírio)
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