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sábado, 16 de maio de 2026

Moradores de Nova Campinas construíram uma comunidade a sua imagem e semelhança

Usando uma linguagem mais atualizada, moradores de Nova Campinas formataram a comunidade a sua imagem e semelhança.
As configurações dessa comunidade são baseadas (evidentemente) em suas necessidades e essas necessidades, sonhos, anseios, ambições e objetivos são traduzidos na prática do dia-a-dia revelando a medida exata do caráter e personalidade dessa gente.
O desenvolvimento de uma comunidade depende em parte do poder público e em grande parte do nível de conscientização de seus moradores principalmente no que diz respeito a uma convivência social e comunitária.
Essa consciência será determinante para o avanço e evolução de bairros como, por exemplo, Nova Campinas.
A beleza de uma rua, um bairro, uma cidade ou um país não reside só na sua fauna, flora se fica na serra ou no litoral, independe de sua geografia, depende fundamentalmente do seu povo.
Cada rua, cada bairro, cada cidade, cada país por maior que seja, por mais diversificado que seja, tem sempre a cara do seu povo, tem sempre a cara de sua gente.
Caros amigos, o Observatório Comunitário apresenta: Gente de Nova Campinas.

domingo, 10 de maio de 2026

Dia das Mães



Prestar homenagem às mães é uma tradição bastante antiga.

Na Grécia, havia uma festa em honra a Réia, mãe dos deuses.
Já os romanos faziam uma grande festa no início de março chamada Matronalia.
Na Idade Média, os ingleses celebravam o Mothering Day.
As pessoas mais pobres moravam na casa de seus patrões e ficavam longe de suas próprias casas.
Por isso, nesse dia, eles tinham o direito de ir até os seus lares e ficar junto de suas mães.
A data, como conhecemos hoje, no segundo domingo de Maio, é uma criação moderna.
Uma jovem professora americana, Anna M. Jarvis (nasceu em 1864 e falece em 1948), perdeu sua mãe em 1905, quando Anna tinha 41 anos, o que fez com que Anna entrasse numa grande depressão.
Preocupadas com tanto sofrimento, algumas amigas tiveram a idéia de perpetuar a memória da mãe de Anna com uma festa.
Anna quis que a homenagem fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas.
Passou a escrever longas cartas a políticos, empresários, comerciantes e religiosos, sugerindo a criação de um dia em homenagem às mães.
Em 1908, algumas igrejas de sua cidade, Grafton, Virgínia, e da Filadélfia, onde ela também já tinha morado, escolheram a data de 10 de maio, um dia depois da data de aniversário da morte da senhora Jarvis, para lembrar as mães.
Em 1910, a Virgínia foi o primeiro estado a festejar oficialmente o Dia das Mães.
No ano seguinte, quase todos os estados americanos seguiram a idéia.
Finalmente, em 1914, a data foi oficializada pelo presidente Woodrow Wilson: o segundo Domingo de Maio.
No Brasil, a primeira comemoração do Dia das Mães foi promovida pela Associação Cristã de Moços de Porto Alegre(RS), no dia 12 de maio de 1918, e a data foi oficializada pelo presidente Getúlio Vargas por meio de um decreto, em 1932.

Bibliografia

DUARTE, Marcelo. A Origem de Datas e Festas. SP, Panda Books,2005.
Fonte: www.jornalolhonu.com

Dia das Mães

quinta-feira, 7 de maio de 2026

7 de Maio - Dia do Silêncio


LEI DO SILÊNCIO

LEI Nº 126, DE 10 DE MAIO DE 1977
Dispõe sobre a proteção contra a poluição sonora, estendendo, a todo o Estado do Rio de Janeiro, o disposto no Decreto-Lei nº 112, de 12 de agosto de 1969, do ex-Estado da Guanabara, com as modificações que menciona.
O Governador do Estado do Rio de Janeiro, faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
TÍTULO I
DAS PROIBIÇÕES
Art. 1º - Constitui infração, a ser punida na forma desta Lei, a produção de ruído, como tal entendido o som puro ou mistura de sons, com dois ou mais tons, capaz de prejudicar a saúde, a segurança ou o sossego público.
Art. 2º - Para os efeitos desta Lei, consideram-se prejudiciais à saúde, à segurança ou ao sossego público quaisquer ruídos que:
I - atinjam, no ambiente exterior ao recinto em que têm origem, nível sonoro superior a 85 (oitenta e cinco) decibéis, medidos no cursor C do “Medidor de Intensidade de Som”, de acordo com o método MB-268, prescrito pela Associação Brasileira de Normas Técnicas;
II - alcancem, no interior do recinto em que têm origem, níveis de sons superiores aos considerados normais pela Associação Brasileira de Normas Técnicas;
III - produzidos por buzinas, ou por pregões, anúncios ou propaganda, à viva voz, na via pública, em local considerado pela autoridade competente como “zona de silêncio”;
IV - produzidos em edifícios de apartamentos, vila e conjuntos residenciais ou comerciais, em geral por animais, instrumentos musicais ou aparelhos receptores de rádio ou televisão ou reprodutores de sons, tais como vitrolas, gravadores e similares, ou ainda de viva voz, de modo a incomodar a vizinhança, provocando o desassossego, a intranqüilidade ou desconforto;
V - provenientes de instalações mecânicas, bandas ou conjuntos musicais e de aparelhos ou instrumentos produtores ou amplificadores de som ou ruído, tais como radiolas, vitrolas, trompas, fanfarras, apitos, tímpanos, campainhas, matracas, sereias, alto-falantes, quando produzidos na via pública ou quando nela sejam ouvidos de forma incômoda;
VI - provocados por bombas, morteiros, foguetes, rojões, fogos de estampido e similares;
VII - provocados por ensaio ou exibição de escolas-de-samba ou quaisquer outras entidades similares, no período de 0 hora às 7 horas, salvo aos domingos, nos feriados e nos 30 (trinta) dias que antecedem o tríduo carnavalesco, quando o horário será livre.
TÍTULO II
DAS PERMISSÕES
Art. 4º - São permitidos – observado o disposto no art. 2º desta Lei – os ruídos que provenham:
I - de sinos de igrejas ou templos e, bem assim, de instrumentos litúrgicos utilizados no exercício de culto ou cerimônia religiosa, celebrados no recinto das respectivas sedes das associações religiosas, no período de 7 às 22 horas, exceto aos sábados e na véspera dos dias feriados e de datas religiosas de expressão popular, quando então será livre o horário;
II - de bandas-de-música nas praças e nos jardins públicos em desfiles oficiais ou religiosos;
III - de sirenes ou aparelhos semelhantes usados para assinalar o início e o fim da jornada de trabalho, desde que funcionem apenas nas zonas apropriadas, como tais reconhecidas pela autoridade competente e pelo tempo estritamente necessário;
IV - de sirenas ou aparelhos semelhantes, quando usados por batedores oficiais ou em ambulâncias ou veículos de serviço urgente, ou quando empregados para alarme e advertência, limitado o uso ao mínimo necessário;
V - de alto-falantes em praças públicas ou em outros locais permitidos pelas autoridades, durante o tríduo carnavalesco e nos 15 (quinze) dias que o antecedem, desde que destinados exclusivamente a divulgar músicas carnavalescas sem propaganda comercial;
VI - de explosivos empregados em pedreiras, rochas e demolições no período das 7 às 22 horas;
VII - de máquinas e equipamentos utilizados em construções, demolições e obras em geral, no período compreendido entre 7 e 22 horas;
VIII - de máquinas e equipamentos necessários à preparação ou conservação de logradouros públicos, no período de 7 às 22 horas.
IX - de alto-falantes utilizados para propaganda eleitoral durante a época própria, determinada pela Justiça Eleitoral, e no período compreendido entre 7 e 22 horas.
Parágrafo único – A limitação a que se referem os itens VI, VII e VIII deste artigo não se aplica quando a obra for executada em zona não residencial ou em logradouro público, nos quais o movimento intenso de veículos e, ou pedestres, durante o dias, recomende a sua realização à noite.
TÍTULO III
DAS PENALIDADES E DA SUA APLICAÇÃO
Art. 5º - Salvo quando se tratar de infração a ser punida de acordo com lei federal, o descumprimento de qualquer dos dispositivos desta Lei sujeita o infrator às penalidades estabelecidas pelo Poder Executivo.
Art. 6º - Na ocorrência de repetidas reincidências, poderá a autoridade competente determinar, a seu juízo, a apreensão ou a interdição da fonte produtora do ruído.
Art. 7º - Tratando-se de estabelecimento comercial ou industrial, a respectiva licença para localização poderá ser cassada, se as penalidades referidas nos artigos 5º e 6º desta Lei se revelarem inócuas para fazer cessar o ruído.
Art. 8º - As sanções indicadas nos artigos anteriores não exoneram o infrator das responsabilidades civis e criminais a que fique sujeito.
TÍTULO IV
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 9º - Qualquer pessoa que considerar seu sossego perturbado por sons ou ruídos não permitidos poderá solicitar ao órgão competente providências destinadas a fazê-los cessar.
Art. 10 - Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
Fonte: www.amecape.org.br

sábado, 2 de maio de 2026

Dia Nacional do Ex-Combatente

2 de Maio

Lei Nº 4.623 -06/05/65

A lei nº 5.315, de 12 de Setembro de 1967, regulamenta o art. 178 da Constituição do Brasil, que dispõe sobre os ex-combatentes da 2ª Guerra Mundial - que considera ex-combatente " todo aquele que tenha participado efetivamente de operações bélicas, na Segunda Guerra Mundial, como integrante da Força do Exército, da força Expedicionária Brasileira, da força Aérea Brasileira, da Marinha de Guerra e da Marinha Mercante, e que, no caso de militar, haja sido licenciado do serviço ativo e com isso retornado à vida civil definitivamente."

Muitos ex-combatentes já deixaram esta vida, outros tantos ainda vivem e mantêm viva a chama que engrandece a história da pátria.
Depois da recepção apoteótica, com a chegada dos combatentes da Itália ao Brasil após a II Guerra Mundial, o governo não proporcionou nenhuma ajuda àqueles que tanto fizeram para a história do país.
As reclamações e reivindicações feitas ao Governo Federal e ao Ministério do Exército, pouco adiantaram para um futuro digno dos ex-combatentes.
Quando foram para a guerra, estavam aptos 100%.
O físico estava perfeito e o psicológico também, havendo uma inspeção médica, mensalmente, nos alojamentos.
Com o final da Guerra, "tudo piorou"; o pouco dinheiro que receberam na chegada ao Brasil acabou rápido.
Ainda jovens e neuróticos com todo o acontecido, não tiveram direito a nenhum tipo de assistência social ou médica.
Nas lojas, ou qualquer outro mercado de trabalho, eram rejeitados, sendo acusados de loucos e não aptos para conviver em sociedade.
A situação dos ex-combatentes melhorou um pouco em 1964, quando João Goulart os encaixou em cargos públicos nos Correios e outras entidades, vindo muitos destes a se aposentar nestas condições.
Outra reclamação daqueles que serviram à pátria é que só são lembrados em datas festivas como aniversário da cidade ou 7 de Setembro.
E com o emblema de uma cobra fumando, estampada em suas fardas, simbolizando a Força Expedicionária, desfilam com orgulho, mesmo que aquilo seja apenas para vivenciar momentos.
Fonte: Só leis

sexta-feira, 1 de maio de 2026

Dia do Trabalhador



O dia primeiro de maio é conhecido internacionalmente como o “dia do trabalhador”, sendo, no Brasil, feriado nacional.
Suas origens remontam ao ano de 1886, quando, no dia primeiro de maio, em Chicago, mais de um milhão de trabalhadores participaram da Greve Geral.
Esses operários lutavam pela redução da jornada de trabalho para oito horas diárias.
Entretanto, os movimentos sofreram inúmeras repressões, sendo que a maior delas foi a explosão de uma bomba que matou dezenas de trabalhadores.
Atualmente, o feriado em questão transmite, somente, uma imagem de celebração...uma celebração vazia, uma vez que grande parte dos trabalhadores desconhece as origens do primeiro de maio – na verdade, ele é visto como um dia de descanso merecido àqueles que laboram diariamente.
O escritor modernista Mário de Andrade foi capaz de elaborar um conto que trata justamente da ilusão que cerca esse feriado. O conto Primeiro de maio faz parte da obra Contos Novos, que foi publicada postumamente, em 1947. As nove narrativas que formam o livro são, na realidade, variações de um mesmo tema: o homem disfarçado, desdobrado entre essência e aparência.
Primeiro de maio apreende doze horas na vida de uma personagem em que nada parece acontecer.
Às seis horas da manhã do dia primeiro de maio, 35 pula da cama ansioso para comemorar aquele dia que o pertence, já havia avisado os companheiros da Estação da Luz que não iria trabalhar no dia seguinte – trabalho de carregador não tem feriado.
A partir de então, 35 começa a se arrumar para estar digno de tamanha comemoração: veste uma roupa com as cores do Brasil – comemorar é vestir uma roupa bonita (aparência), o que mostra sua inexperiência e alienação.
35 quer festejar o primeiro de maio com seus iguais – mesmo não sabendo exatamente quem são eles. Ao sair de casa, 35 não sabe para onde ir...seus pés o levam mecanicamente à estação, onde sua vestimenta de festa é ridicularizada por seus iguais. Isolado e separado dos companheiros, decide, então, ir para o centro da cidade, mas não encontra nada, tudo está fechado e vazio. Segue para o Jardim da Luz e descobre que a polícia proibira comícios. No Palácio das Indústrias encontra a celebração oficial dos patrões e do Estado; 35 pensa em fugir, lutar, mas não faz nada. Por fim, acaba voltando para a estação e ajuda um colega a carregar as malas de um passageiro - o poder quase nulo das personagens não impede a fraternidade no espaço do trabalho.
Durante todo o movimento do enredo, o narrador caminha ao lado de 35 – o que é rompido no final, uma vez que o narrador parece abandonar a personagem. A paráfrase acerca do conto não é capaz de descrever a narrativa, pois ela só pode registrar a sequência epidérmica dos acontecimentos, o enredo aparente fundado no ato de caminhar em busca da celebração.
Desse modo, o importante não é o que se conta, mas, sim, o que é mostrado pelo fluxo de consciência da personagem. O narrador se recusa a contar com suas próprias palavras ou atribuir sentido ao que ocorre na mente de 35; conforme Adorno, a narração não é mais possível, pois se renderia à mentira da representação. Quem narra sabe o sentido da vida, haveria, assim, uma comunhão de valores entre o narrador e seus leitores...mas não há mais certezas, o narrador não é mais onisciente.
Em Primeiro de maio, não há mistificações; trata-se de um homem comum. Partindo-se de uma leitura inserida no contexto histórico getulista da época, pode-se dizer que 35 não é o herói que move massas, mas, sim, um homem que nada pode fazer em relação à práxis política – é, na verdade, uma práxis política degradada, resumida no ato de caminhar. Além disso, o caminhar sem rumo representa a situação dos proletários diante da ditadura getulista.
Entretanto, a cada passo de 35 é um passo na sua reflexão...o 35 das seis horas da manhã não é mais o mesmo do final do dia. O sentido de sua experiência não é comunicado pelo narrador, nem mesmo a personagem é capaz de contar. Esse sentido deve ser buscado nas fissuras da narrativa, nos discursos indiretos livres – que subvertem a distância épica dos acontecimentos.
No conto, Mário de Andrade interpreta a história da época. Tratava-se de um momento decisivo para a nação: Revolução de 30 (tenentismo) e 32; política do café-com-leite (país agrário-pecuarista)... O autor questiona as estruturas de modernização do país - modernizar industrializando. Ao mesmo tempo, na década de 30, aconteciam movimentos proletários no mundo todo.
É possível perceber que 35 recebe informações de diversas fontes – direita, esquerda, nacional, internacional. Tem acesso à informações, que eram censuradas pelo DIP, por meio de jornais clandestinos na plataforma onde trabalha. Desse modo, 35 não consegue articular suas opiniões, defende ideais tanto da esquerda comunista quanto da direita... 35 está preso diante das informações veiculadas pela mídia, não há uma comunicação verdadeira.
A personagem do conto extrai o sentido de suas doze horas do dia primeiro de maio: sai de casa se achando lindo, vestido com as cores da bandeira do Brasil; logo a seguir, pensa que o achariam estranho; e, finalmente, tem certeza de que está ridiculamente vestido. 35 não quer mais ser alienado, perde as ilusões, mas não é capaz de comunicar sua experiência.
35 é o sujeito marcado pelo número que ocupa nas convenções do trabalho da sociedade capitalista, indivíduos reduzidos ao lugar que ocupam nas relações de produção. A identidade não é trazida pelo nome próprio, mas, sim, pelo anonimato dessas relações de produção; a identidade não se traduz no que é visível. A personagem está na fissura entre o visível e o invisível; entre o comunicável e o incomunicável.
A literatura é uma forma de resistência à ideologia dominante, não se entrega à mentira da representação. A partir das transformações ocorridas no século XX, o poder de ação das personagens passou a ser inferior ao do leitor; até as coisas mais banais eles não são capazes de realizar. 35 quando fala, não diz o que pensa, parece ser inferior a nós. Trata-se de uma personagem emblemática: o homem kafkiano que vira inseto.
O dia primeiro de maio, que deveria ser uma celebração - no sentido de trazer à memória, recordar – dos movimentos operários que aconteceram, principalmente em Chicago, foi transformado, pelo Estado, em uma celebração (festa e solenidade) oficial – traduzida pelo feriado. Dessa forma, a comemoração se torna um espetáculo, uma ilusão a fim de manter o sistema capitalista vigente – uma vez que não é interessante a esse sistema resgatar a idéia de movimentos contrários a ele. Em suma, do primeiro de maio restam apenas imagens de uma comemoração, ou melhor, de uma celebração.
Fonte: www.facasper.com.br

Dia Mundial do Trabalho / 1º de Maio


Primeiro de Maio

O dia primeiro de maio foi escolhido como dia dos trabalhadores como uma forma de assinalar e de lembrar as muitas e difíceis lutas que marcaram a história do movimento sindical no mundo.
O dia é uma homenagem aos trabalhadores da cidade de Chicago que, em 1886, enfrentaram forte repressão policial por reivindicarem melhores condições de trabalho e, especialmente, uma jornada de oito horas.
Nesse episódio houve trabalhadores mortos e presos que, desde então, tornaram-se símbolos para todos os que desejavam se engajar na mesma luta.
Em maio de 1888, precisamente no dia 13, uma lei acabava com a escravidão no Brasil (o único a então possuir escravos).
A defesa de condições mais humanas de trabalho começou a se desenhar no país, tendo que enfrentar a dura herança de um passado escravista que marcou profundamente toda a sociedade, nas suas formas de tratar e de pensar seus trabalhadores. E essa luta foi longa, difícil e ainda não terminou.
O primeiro de maio existe para isso: para ser tanto um dia de festa, pelo que se conseguiu, como de protesto, pelo que se deseja ainda conseguir, quer no Brasil, quer em qualquer outro país. No Brasil, alguns períodos são particularmente importantes para se entender esse dia.
É possível observar que, já no início do século XX, os trabalhadores brasileiros passaram a assinalar o primeiro de maio com manifestações que ganhavam as ruas e faziam demandas.
No Rio de Janeiro, então capital da República, esses fatos ocorreram, por exemplo, em 1906, pouco depois da realização de um I Congresso Operário, onde a presença de trabalhadores anarquistas foi muito importante.
Em muitos outros anos, durante a chamada Primeira República, o primeiro de maio seria um momento de reivindicar e de demonstrar a força dos trabalhadores organizados em algumas cidades do país. Nessa época, as lideranças do movimento operário realizavam meetings e comícios para a propaganda de suas idéias e também organizavam boicotes e greves, enfrentando o patronato e a polícia.
As principais reivindicações foram a jornada de oito horas de trabalho (quando se trabalhava de 10 a 12 horas por dia), a abolição do trabalho infantil (crianças de seis anos eram operários) e a proteção ao trabalho da mulher, entre as mais importantes.
O primeiro de maio, ensinavam as lideranças, não era dia de comemorar, mas de protestar e ganhar aliados. Um dia para se valorizar o trabalho e os trabalhadores tão sem direitos.
Uma das maiores manifestações de primeiro de maio ocorridas no Rio foi a de 1919, que uma militante anarquista, Elvira Boni, lembrou assim:
“No primeiro de maio de 1919 foi organizado um grande comício na praça Mauá. Da praça Mauá o povo veio andando até o Monroe pela avenida Rio Branco, cantando o Hino dos Trabalhadores, A Internacional, Os filhos do Povo, esses hinos. Não tinha espaço para mais nada. Naquela época não havia microfone, então havia quatro oradores falando ao mesmo tempo em pontos diferentes.”
Manifestações desse tipo ainda ocorreram no início dos anos 1920, tendo como palco praças e ruas do centro do Rio e de outras cidades do país. Depois escassearam, encerrando uma experiência que, embora não muito bem sucedida em termos da conquista de reivindicações, foi fundamental para o movimento operário.
De forma inteiramente diversa, um outro período marcou a história do primeiro de maio no Brasil.
Foi o do Estado Novo, mais especificamente a partir do ano de 1939, quando o primeiro de maio passou a ser comemorado no estádio de futebol do Vasco da Gama, em São Januário, com a presença de autoridades governamentais, com destaque para o presidente Getúlio Vargas.
Nesse momento, o presidente fazia um discurso e sempre anunciava uma nova medida de seu governo que visava beneficiá-los.
O salário mínimo, a Justiça do Trabalho e a Consolidação das Leis do Trabalho (a CLT) são três bons exemplos do porte das iniciativas que então eram ritualmente comunicadas a um público, invariavelmente através do chamamento inicial:
“Trabalhadores do Brasil!” Nesse momento, o primeiro de maio se transformou numa festa, onde o presidente e os trabalhadores se encontravam e se comunicavam pessoalmente, fechando simbolicamente um grande conjunto de práticas centradas na elaboração e implementação de uma legislação trabalhista para o país.
Por isso, nessas oportunidades, os trabalhadores não estavam nas ruas, nem faziam reivindicações como antes, mas recebiam o anúncio de novas leis, o que efetivamente causava impacto, não sendo apenas efeito retórico.
Para se entender o fato, é preciso integrar esse acontecimento a uma série de medidas acionadas anteriormente no campo do direito do trabalho, e que tiveram início logo após o movimento de 1930, com a própria criação de um ministério do Trabalho, Indústria e Comércio.
Dando um salto muito grande, um outro período em que o primeiro de maio ganhou relevo para a história do movimento sindical e para o país foi o dos últimos anos da década de 1970.
O Brasil vivia, mais uma vez, sob um regime autoritário, mas o movimento sindical começava a recuperar sua capacidade de ação e de reivindicação. Grandes comícios então se realizaram, sobretudo em São Paulo, onde se protestava contra o “arrocho salarial” imposto aos trabalhadores, e se denunciava o regime militar.
Essa era grande bandeira e projeto do movimento sindical: combater a ditadura militar e lutar por melhores salários e liberdade de negociação.
E o primeiro de maio hoje? Certamente, ao longo de mais de cem anos, é bom reconhecer que tantas lutas não foram em vão.
Os trabalhadores de todo o mundo conquistaram uma série de direitos e, em alguns países, tais direitos ganharam códigos de trabalho e também estão sancionados por Constituições. Mas os direitos do trabalho, como quaisquer outros direitos, podem avançar ou recuar com o passar do tempo e com as pressões de grupos sociais organizados.
Assim, em 2002, os trabalhadores brasileiros estão vivendo um momento onde se discute a “flexibilização” de alguns desses direitos. Uma questão polêmica, ainda não resolvida, e que divide políticos, estudiosos do dia-mundial-do-trabalho-1, lideranças do movimento sindical e também trabalhadores.
O primeiro de maio certamente irá retomar esse debate, particularmente porque ele se faz numa situação de grande medo para o trabalhador: o medo do desemprego.
Esse medo assume muitas faces: a dos trabalhadores que vivem de “bicos”; a dos jovens trabalhadores ou a dos “velhos” (os que têm mais de 40 anos) que não encontram emprego; a dos trabalhadores pouco qualificados que não conseguem mais postos de trabalho; ou daqueles que trabalham sem qualquer tipo de direito.
O primeiro de maio de 2002, no Brasil, é uma boa oportunidade para reflexões em torno do rumo que se deseja dar aos direitos do trabalho. Direitos que fazem parte de um pacto social e cuja defesa esteve sempre nas mãos de organizações de trabalhadores. Pensar nesses direitos é também pensar no que são essas organizações sindicais, hoje, no Brasil.
Fonte: www.cpdoc.fgv.br

Dia Mundial do Trabalho - 1º de Maio

Primeiro de MaioDia Internacional dos Trabalhadores, comemora uma luta histórica da classe trabalhadora pelo mundo, e é reconhecida em todos os países menos nos EUA e no Canadá. Isso apesar do fato do feriado ter começado em 1880 nos EUA, com a luta pela jornada de 8 horas de trabalho.
Em 1884, a Federação Organizada dos Sindicatos passou uma resolução declarando que as 8 horas constituiriam uma jornada legal de trabalho após o dia Primeiro de Maio de 1886. A resolução convocava uma greve geral para conseguir este objetivo, levando em conta que os métodos legislativos já haviam falhado.
Com trabalhadores sendo forçados a trabalhar dez, doze e até quatorze horas por dia, o apoio para o movimento das 8 horas cresceu rapidamente, apesar da indiferença e hostilidade entre os líderes das uniões sindicais.
Em meados de Abril de 1886, 250 mil trabalhadores estavam envolvidos no movimento Primeiro de Maio. O coração do movimento estava localizado em Chicago, organizado principalmente pela organização anarquista Associação Internacional do povo trabalhador. Os negócios e o Estado ficaram aterrorizados com o movimento e se prepararam.
A polícia e as milícias tiveram seu número aumentado e receberam novas e potentes armas financiadas pelos líderes capitalistas locais. O Clube Comercial de Chicago comprou uma metralhadora de 2 mil dólares para a Guarda Nacional de Illinois (em Chicago) usá-la contra os grevistas.
De qualquer maneira, no dia Primeiro de Maio, o movimento tinha ganho a adesão de mais trabalhadores incluindo sapateiros, empacotadores e alfaiates. Mas no dia 3 de Maio de 1886, a polícia atirou contra uma multidão de frevistas na Fábrica Reaper McCormick, matando 4 e ferindo muitos.
Os anarquistas convocaram uma reunião massiva no dia seguinte na Praça Haymarket para protestar contra a brutalidade.
O encontro aconteceu sem nenhum incidente maior, e quando o último discursante estava na plataforma, a reunião com tempo chuvoso começava a se dispersar, com apenas algumas centenas de pessoas permanecendo.
Então, 180 policiais entraram na praça e mandaram que a reunião fosse dispersada. Enquanto o discursante descia da plataforma, uma bomba foi atirada na polícia, matando um e ferindo 70.
A polícia respondeu atirando na multidão, matando um trabalhador e ferindo muitos outros.Apesar de não ter sido determinado quem jogou a bomba, o incidente foi usado como desculpa para atacar a esquerda inteira e o movimento da classe trabalhadora.
A polícia fez buscas nas casas e escritórios dos suspeitos radicais, e centenas foram presos sem acusação. Os anarquistas foram atacados, particularmente, e 8 dos militantes mais ativos de Chicago foram acusados de conspiração para assassinato remetendo à bomba em Haymarket.
Uma Corte corporativa declarou os 8 culpados, apesar da falta de evidências conectando eles a qualquer indício de quem tinha jogado a bomba (apenas um estava presente na reunião, e ele estava na plataforma) e foram sentenciados à morte.
Albert Parsons, August Spies, Adolf Fischer e George Engel foram ENFORCADOS no dia 11 de Novembro de 1887. Louis Lingg se suicidou na prisão. Os três restantes foram finalmente perdoados em 1893.
Não é surpreendente que o estado, os líderes de negócios, e os líderes das centrais sindicais, mais a mídia, quisessem esconder a verdadeira história do Primeiro de maio, colocando-o como um feriado celebrado apenas na Praça Vermelha de Moscou.
Numa tentativa de apagar a História e o significado do dia Primeiro de Maio, o governo dos EUA declarou que o Primeiro de Maio seria o “Dia da Lei”, e deu-nos em vez do Dia do Trabalhador, um feriado privado de significado histórico além de sua importância como um dia para “festejar”.
Mas longe de suprimir os movimentos radicais da classe trabalhadora, os eventos de 1886 e a execução dos anarquistas de Chicago na verdade mobilizaram muitas gerações de radiciais.
Emma Goldman, uma imigrante jovem na época, apontou a jornada em Haymarket como o seu nascimento político. Lucy Parsons, viúva de Albert Parsosns, convocou os pobre para direcionar a sua raiva contra aqueles responsáveis… os ricos.
Ao invés de desaparecer, o movimento anarquista apenas cresceu no despertar de Haymarket, inspirando outros movimentos e organizações radiciais, incluindo o Industrial Workers of The World.
Encobrindo o Primeiro de Maio, o Estado, os capitalistas, as centrais sindicais institucionais e a mídia obscureceram um legado inteiro da insatisfação nos EUA.
Eles estão aterrorizados com o que um movimento militante e organizado semelhante possa conseguir hoje em dia, e eles suprimem as sementes de tais organizações quando e sempre que puderem.
Como trabalhadores, nós devemos reconhecer e comemorar o Primeiro de Maio não apenas pela sua importância histórica, mas também como um dia para organizar-se sobre assuntos de vital importância para a classe trabalhadora de hoje.

sábado, 25 de abril de 2026

Arroz com moela cozida e temperada; um jantar fácil e rápido

 

Arroz com moela versão dois

Nessa outra receita você conta com a participação especial de um ovo frito como acompanhamento, além de ser feita com o arroz agulhinha. Ademais, veja todos ingredientes e como tudo é feito. 

Ingredientes 

  • Arroz agulhinha cozido, 250g
  • Moela, 200g
  • Meia cenoura picada
  • Cebola picada, meio pedaço
  • Salsão, 15g
  • Alho, 2 dentes
  • Meia lata de ervilha
  • Talos de ervas, faça um bouquet de sobras, as que tiver em casa
  • Pimenta dedo de moça, meio pedaço
  • 1 tomate
  • 10g de salsa
  • Ovo frito, 1
  • 2 colheres de óleo ou azeite

Modo de preparo 

  • Como na primeira receita, comece com a moela na panela de pressão. Refogue, com azeite a moela, cebola, alho, salão, sal e tomate;
  • Em seguida coloque o bouquet e coloque água, de modo que cubra a moela com dois dedos de sobra; 
  • Deixe na pressão por 10 minutos;
  • Feito isso, abra a panela, já sem pressão, retire o bouquet e coloque a cenoura e a pimenta;
  • Em seguida, coloque o arroz pré-cozido;
  • Confira se o sal está ok, desligue o fogo e adicione a ervilha e a salsa;
  • Por fim sirva com um ovo frito para acompanhar. 

Gostou das receitas? Assim, anote tudo e faça aí na sua casa, a família vai amar! Depois, experimente a delícia que é o arroz com moela

sexta-feira, 24 de abril de 2026

Dia Mundial do Milho (24 de Abril)

Milho é um membro da grama família Poaceae. É um cereal de grãos que foi cultivado pela primeira vez pelo povo da antiga América Central. Agora é o terceiro cereal mais importante no mundo. É uma haste frondosa cujos grãos contêm sementes. É um angiospérmico, o que significa que as suas sementes são encerrados dentro de uma fruta. Ele é usado como um alimento básico por muitas pessoas no México, América Central e América do Sul e partes da África. Na Europa e no resto da América do Norte, o milho é cultivado principalmente para uso como alimento para animais.

Alimentação humana

Milho Assado
O milho assado sobre uma chama aberta na Índia.

Milho e farinha de milho constituem um alimento básico em muitas regiões do mundo.

O milho é fundamental para a comida mexicana. Praticamente todos os pratos da cozinha mexicana usam milho. Em forma de grãos ou farinha de milho, o milho é o principal ingrediente de tortillas , tamales , pozole , atole e todos os pratos com base nelas, como tacos , quesadillas , chilaquiles , enchiladas , tostadas e muitos mais. No México, mesmo um fungo do milho, conhecido como huitlacoche é considerado uma iguaria.

Introduzido na África pelo Português no século 16, o milho tornou-se mais importante cultura alimentar da África. Farinha de milho é feita em um grosso mingau em muitas culturas: a partir da polenta da Itália, o angu do Brasil, a mamaliga de Romênia. Farinha de milho também é usada como um substituto para o trigo, a farinha, para fazer broa de milho e outros produtos de panificação.

Pipoca é composto por grãos de certas variedades que explodem quando aquecido, formando peças fofas que são consumidos como um lanche.

Um pão sem fermento chamado makki di roti é um pão popular na região do Punjab da Índia e do Paquistão.

Chicha e chicha morada (chicha roxa) são bebidas normalmente feitas a partir de determinados tipos de milho. O primeiro deles é fermentado e bebidas alcoólicas, o segundo é uma bebida suave no Peru. Flocos de milho são um problema comum de cereais de pequeno-almoço na América do Norte e no Reino Unido, e encontrado em muitos outros países em todo o mundo.

Milho seco, também conhecido como canjica, é usado na culinária mexicana

O milho também podem ser preparado como canjica , em que os grãos são embebidos com soda cáustica em um processo chamado nixtamalização, ou grãos , que são grosseiramente moído. Estes são comumente consumidos no Sudeste dos Estados Unidos , os alimentos transmitida de nativos americanos , que chamavam o prato Sagamite.

A sobremesa brasileira canjica é feita por grãos de milho no leite adoçado.

Espiga de milho é um prato comum nos Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Chipre, algumas partes da América do Sul, e nos Balcãs, mas praticamente desconhecido em alguns países europeus.

Milho Cozido no Vapor
Um vendedor de beira de estrada vendendo milho cozido no vapor na Índia

Milho doce, amarelo (apenas sementes)

Valor nutricional

Energia 360 kJ (86 kcal)
Carboidratos 18,7 g
Amido 5,7 g
Açúcares 6,26 g
A fibra dietética 2 g
Gordura 1,35 g
Proteína 3,27 g
Triptofano 0,023 g
Treonina 0,129 g
Isoleucina 0,129 g
Leucina 0,348 g
Lisina 0,137 g
Metionina 0,067 g
Cistina 0,026 g
Fenilalanina 0,150 g
Tirosina 0,123 g
Valina 0,185 g
Arginina 0,131 g
Histidine 0,089 g
Alanina 0,295 g
Ácido aspártico 0,244 g
Ácido glutâmico 0,636 g
Glycine 0,127 g
Proline 0,292 g
Serina 0,153 g
Água 75,96 g
Vitamina A , O equiv. 9 mg (1%)
Luteína e zeaxantina 644 mg
Tiamina (vit. B 1 ) 0,155 mg (13%)
Riboflavina (vit. B 2 ) 0,055 mg (5%)
Niacina (vit. B 3 ) 1,77 mg (12%)
Ácido pantotênico (B 5 ) 0,717 mg (14%)
Vitamina B 6 0,093 mg (7%)
Ácido fólico (vit. B 9 ) 42 ng (11%)
Vitamina C 6,8 mg (8%)
Ferro 0,52 mg (4%)
Magnésio 37 mg (10%)
Manganês 0,163 mg (8%)
Fósforo 89 mg (13%)
Potássio 270 mg (6%)
Zinco 0,46 mg (5%)

Link para entrada de dados USDA
uma orelha de tamanho médio (6-3/4 “a 7-1/2” de comprimento)
de milho tem 90 gramas de sementes de
porcentagens são relativas ao recomendações americanas para adultos. Fonte: USDA Nutrient Database

Farinha de Milho

milho é uma importante fonte de amido. Amido de milho (farinha de milho) é um ingrediente importante em muitos produtos alimentares industrializados. O milho é também uma importante fonte de óleo ( óleo de milho ) e de glúten. Amido de milho pode ser hidrolisado enzimaticamente e tratada para produzir xaropes, especialmente o xarope de milho de alto teor de frutose , um edulcorante, e também fermentado e destilado para produzir o álcool de cereais. Álcool de cereais de milho é tradicionalmente a fonte de uísque Bourbon. O milho é por vezes usado como a fonte de amido para a cerveja. Nos Estados Unidos, a utilização de milho destinados ao consumo humano constitui cerca 1/40th da quantidade de crescido no país. Nos Estados Unidos e no Canadá, o milho é cultivado principalmente para alimentar gado , como forragem, silagem (feito pela fermentação de picadas espigas de milho verde), ou grãos. Farinha de milho também é um ingrediente importante de alguns produtos alimentares de origem animal comerciais, como comida de cachorro.

O milho também é usado como uma isca de peixe, chamados de “bolas de massa”. É particularmente popular na Europa para pesca grossa.

A medicina alternativa

Estigmas de flores de milho femininos, popularmente chamados de seda de milho, são vendidos como suplementos de ervas.

Fonte: en.wikipedia.org