Segundo o relatório do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) deste ano, com dados de 2006, houve avanço na redução do analfabetismo, porém ligeira queda na taxa de matrículas no ensino básico e superior. De acordo com o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Reynaldo Fernandes, a taxa de matrículas no País está estável nos últimos anos e tem melhorado na educação básica. O Brasil é o 65º colocado no indicador de Educação, entre 179 países e territórios. O melhor resultado está na taxa de matrículas, com 87,2% de estudantes entre a população em idade escolar ou universitária. Em relação ao estudo anterior, porém, a taxa caiu 0,3 ponto, que era 87,5%. Já na alfabetização de jovens e adultos, a taxa subiu 88,6% para 89,6%. O Brasil é um dos países com maior número absoluto de analfabetos no mundo. No ranking do IDH, essa taxa brasileira está em 92º, a pior colocação do país. Segundo o ministro da Educação, Fernando Haddad, como a renda tem peso alto no índice, o impacto da expansão de 2004 a 2008 não foi capturado pelo IDH.
[O Globo (RJ), Demétrio Weber, Henrique Gomes Batista e Letícia Lins – 19/12/2008]
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segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Crianças e adolescentes na mídia / Educação avança, porém matrícula cai
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