
Divulgação / A Tribuna de Criciúma SC/ Francis Leny
O desmatamento e o corte clandestino de palmito na mata do Costão dos Canyons, próximo ao pé da Serra do Faxinal, são alguns dos motivos para que aves nativas de Timbé do Sul estejam migrando para a área urbana da cidade. Nos últimos dias, moradores do município vêm registrando grande número de tucanos, macucos e de outros tipos de aves na área central a procura de alimento. Segundo o secretário municipal de Turismo, Valdevino Aloisio May, a situação estaria gerando novas denúncias de matança dos pássaros por caçadores.
Os principais registros são de tucanos. Somente ontem foram vistos no centro da cidade cerca de 20 aves desta espécie. O secretário de turismo lembra que os tucanos se alimentam da semente da polpa do palmito. Devido aos cortes clandestinos na mata para venda ilegal do produto, as aves migram em busca de alimento. "O caso está ficando cada vez mais preocupante. Com a migração, muitas aves se acostumam com a facilidade de encontrar alimento na cidade e não querem mais voltar para a mata. Algumas já estão pernoitando nas residências", explica May.
Não existem dados, mas o secretário acredita que muitas das aves estão sendo mortas por caçadores com o uso de espingardas. "Como as aves são mansas, dóceis, os caçadores encontram facilidade em matá-las. Estamos preocupados com a extinção das espécies. Quase todas são nativas da mata do Costão dos Canyons". De acordo com May, a Polícia Ambiental de Maracajá já foi avisada do fato. O tenente Ricardo Cordeiro Comelli, em entrevista, disse desconhecer dos fatos. Dois homens presos por caçar quatis.
No final de semana, na localidade de Figueira Alécio, dois homens foram presos em flagrante por policiais ambientais.
Com a dupla, foram encontrados cinco quatis mortos e uma espingarda calibre 20 usada na caça dos animais.
Os acusados, que foram encaminhados para o presídio de Araranguá, estavam também com uma matilha de cães treinados para a caça.
No domingo, cerca de 40 pássaros nativos foram mortos na localidade de Rio Cedro Alto, Nova Veneza, intoxicados com um agrotóxico aplicado nas árvores frutíferas e em lavouras de arroz.
Conforme o tenente Ricardo Cordeiro Comelli, o dono da propriedade, acusado de aplicar o veneno Furadan, será autuado no decorrer desta semana e responderá em liberdade por crime ambiental - matar ou perseguir animais. A pena para o crime varia entre seis meses a um ano de prisão.
Os principais registros são de tucanos. Somente ontem foram vistos no centro da cidade cerca de 20 aves desta espécie. O secretário de turismo lembra que os tucanos se alimentam da semente da polpa do palmito. Devido aos cortes clandestinos na mata para venda ilegal do produto, as aves migram em busca de alimento. "O caso está ficando cada vez mais preocupante. Com a migração, muitas aves se acostumam com a facilidade de encontrar alimento na cidade e não querem mais voltar para a mata. Algumas já estão pernoitando nas residências", explica May.
Não existem dados, mas o secretário acredita que muitas das aves estão sendo mortas por caçadores com o uso de espingardas. "Como as aves são mansas, dóceis, os caçadores encontram facilidade em matá-las. Estamos preocupados com a extinção das espécies. Quase todas são nativas da mata do Costão dos Canyons". De acordo com May, a Polícia Ambiental de Maracajá já foi avisada do fato. O tenente Ricardo Cordeiro Comelli, em entrevista, disse desconhecer dos fatos. Dois homens presos por caçar quatis.
No final de semana, na localidade de Figueira Alécio, dois homens foram presos em flagrante por policiais ambientais.
Com a dupla, foram encontrados cinco quatis mortos e uma espingarda calibre 20 usada na caça dos animais.
Os acusados, que foram encaminhados para o presídio de Araranguá, estavam também com uma matilha de cães treinados para a caça.
No domingo, cerca de 40 pássaros nativos foram mortos na localidade de Rio Cedro Alto, Nova Veneza, intoxicados com um agrotóxico aplicado nas árvores frutíferas e em lavouras de arroz.
Conforme o tenente Ricardo Cordeiro Comelli, o dono da propriedade, acusado de aplicar o veneno Furadan, será autuado no decorrer desta semana e responderá em liberdade por crime ambiental - matar ou perseguir animais. A pena para o crime varia entre seis meses a um ano de prisão.
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