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quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Primeira escola de samba não era escola de samba


No bairro carioca do Estácio de Sá, dia 12 de agosto de 1928, o com­po­si­tor Ismael Sil­va reu­niu no porão de casa parceiros de samba e malandragem. Queriam criar blo­co de car­na­val que in­cor­po­ras­se novo tipo de samba. O es­ti­lo dominante ain­da se pa­re­cia com ma­xi­xe: bom para dançar em sa­lão, pouco indicado para desfile car­na­va­les­co. “A gente precisava de um samba para mo­vi­men­tar os braços para frente e para trás”, explicou Ismael. O que iriam co­men­tar? “Deixa falar”, en­cer­rou Ismael. Pron­to, era o nome. Mas faltava algo.Ali perto, no Largo do Estácio, havia uma “es­co­la normal”. Ismael resolveu: o blo­co se cha­ma­ria Escola de Samba Deixa Falar. Afinal, ali só havia “professor de samba”. Durou cerca de dez anos e espalhou se­men­tes. Es­co­la de samba virou si­nô­ni­mo de car­na­val pelo Brasil e mundo afo­ra. Já tem nos Es­ta­dos Unidos, Japão, Paraguai, In­gla­ter­ra, Fin­lân­dia e vários outros pa­í­ses.

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