
Só o tempo para fazer baixar a poeira e trazer de volta a tranqüilidade necessária para concatenar as idéias o que facilitará a uma análise realista do evento. Até o torcedor, com o tempo, entenderá melhor o que foi que aconteceu e verá que o vice-campeonato é um fato e contra fatos não há argumentos.
Tanto para o jogador como para o torcedor (vice-campeão) só dando tempo ao tempo para que haja, em primeiro lugar – o resgate do respeito; em segundo lugar – o resgate do carinho e finalmente a fase final: o resgate do orgulho.
Não se trata de pregar o conformismo ou a acomodação, mas numa competição de alto nível se a sua equipe apesar de todos os esforços ficar com o vice-campeonato veja a coisa por este ângulo: se a sua frente tem apenas um, o campeão, em compensação, quantos ficaram pra trás? Quando um atleta ou uma equipe disputam uma grande final, uma coisa é certa: só pode haver um campeão, certo?
Quando o atleta ou o time que ficou com vice-campeonato (reconhecidamente) deu tudo de si, batalhou pela vitória, correu, suou a camisa, minha nossa!... é tão digno de respeito e admiração quanto o campeão.
Digno, sim, de todo respeito, carinho e orgulho, mas isso (principalmente no Brasil) só com o tempo e... bota tempo nisso!
Veja alguns exemplos:
Um exemplo clássico é a seleção brasileira de 1950, vice-campeã do mundo / amaldiçoada até hoje – essa (de acordo com a opinião de todos) vai precisar de muito mais tempo...
Tanto para o jogador como para o torcedor (vice-campeão) só dando tempo ao tempo para que haja, em primeiro lugar – o resgate do respeito; em segundo lugar – o resgate do carinho e finalmente a fase final: o resgate do orgulho.
Não se trata de pregar o conformismo ou a acomodação, mas numa competição de alto nível se a sua equipe apesar de todos os esforços ficar com o vice-campeonato veja a coisa por este ângulo: se a sua frente tem apenas um, o campeão, em compensação, quantos ficaram pra trás? Quando um atleta ou uma equipe disputam uma grande final, uma coisa é certa: só pode haver um campeão, certo?
Quando o atleta ou o time que ficou com vice-campeonato (reconhecidamente) deu tudo de si, batalhou pela vitória, correu, suou a camisa, minha nossa!... é tão digno de respeito e admiração quanto o campeão.
Digno, sim, de todo respeito, carinho e orgulho, mas isso (principalmente no Brasil) só com o tempo e... bota tempo nisso!
Veja alguns exemplos:
Um exemplo clássico é a seleção brasileira de 1950, vice-campeã do mundo / amaldiçoada até hoje – essa (de acordo com a opinião de todos) vai precisar de muito mais tempo...
Em pé: Barbosa, Augusto, Danilo, Juvenal, Bauer e Bigode- agachados: Mário Américo, massagista, Friaça, Zizinho, Ademir, Jair, Chico e Jonhson - massagista - técnico FLAVIO COSTA, este foi time que perdeu para Uruguai por 2 a 1, no dia 16 de julho de 1950.
Um caso recente / A seleção holandesa que ficou em segundo lugar na Copa do Mundo (2010) da África do Sul foi recebida pelas autoridades do país e pelo povo nas ruas, no dia em que Amsterdã parou para prestigiar os jogadores vice-campeões mundiais na volta para casa.
Ado, (jogador do Bangu) vice-campeão brasileiro em 1985 e para sempre rotulado como o homem que perdeu o último pênalti.Sempre que a final do campeonato Brasileiro de 1985 aparece em algum programa de TV mostra o pênalti perdido por Ado. Uma vez por ano, pelo menos, algum jornalista procura o Bangu.net atrás de um contato do ex-ponta-esquerda, para que ele fale novamente sobre o lance que tirou o título do Bangu, como se toda sua carreira ficasse restrita a esse chute.
Qual é o time mais vice-campeão no Brasil?
Considerando as três divisões do Campeonato Brasileiro, Copa do Brasil e a primeira divisão dos 27 campeonatos estaduais, o time que mais “nadou, nadou e morreu na praia” foi o América do Rio Grande do Norte, que coleciona um total de 44 vices. São 42 no estadual potiguar, um na segunda divisão do Campeonato Brasileiro e outro na terceira. Mas, se considerarmos apenas torneios nacionais disputados atualmente, o campeão de vices é o São Paulo: cinco vices da primeira divisão do Brasileirão e um vice da Copa do Brasil. Os são-paulinos, contudo, podem se defender argumentando que, levando em conta os resultados do Torneio Roberto Gomes Pedrosa, que antecedeu o Brasileirão como competição nacional, o Internacional, bi-vice da competição e tetra-vice do Brasileirão, iguala a marca do São Paulo. O que não dá para discutir é a desagradável liderança do América-RN no ranking de vices estaduais. Primeiro, porque seus 42 vices estão muito à frente dos times que o seguem na lista: o Atlético-MG tem 32 vices mineiros, o Paysandu, 31 vices paraenses e o Flamengo, 30 vices cariocas. Além da diferença considerável, temos que lembrar que os campeonatos de Minas Gerais, Pará e Rio de Janeiro são pelo menos dez anos mais antigos do que o potiguar. Um possível consolo para os torcedores do América-RN é que, apesar dos 42 vices, o time já venceu o potiguar 29 vezes - tá certo que o ABC, seu maior rival no estado, tem 48 títulos e “apenas” 27 vices… (por Artur Louback Lopes)Resumo: a história está cheia de vice disso, vice daquilo... se você conhece algum vice que deveria ser lembrado entre em contato, deixe um comentário...
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