
Emil Rached ficou conhecido como o gigante do basquete brasileiro. Nascido na cidade paulista de Vera Cruz em 20 de junho de 1943, o pivô foi o mais alto jogador de basquete brasileiro, com 2,20 metros. Formado em Educação Física, foi descoberto pelo árbitro Renato Righetto e esteve nas quadras entre o início dos anos 60 até o final da década de 70, passando por clubes como XV de Piracicaba, TC Campinas, Rio Claro, Palmeiras, Corinthians e Botafogo.
Pela Seleção Brasileira, Rached marcou 114 pontos em 18 jogos e conquistou medalhas como a de ouro nos jogos Pan-Americanos de Cali (Colômbia), em 71; a de prata no Sul-Americano da Argentina, em 66; e a de bronze no Mundial do Uruguai, em 67. Ao abandonar o esporte, passou a fazer parte do programa “Os Trapalhões”, ao lado de Renato Aragão, na Rede Globo.
No cinema, atuou nos filmes “Os Trapalhões nas Minas do Rei Salomão” (77) e “Os Trapalhões na Guerra dos Planetas” (78), sempre interpretando um sujeito mal-humorado. Esteve também em “As Aventuras de Mário Fofoca” (82). Em 2007, foi um dos condutores do tocha dos jogos Pan-Americanos, realizados no Rio de Janeiro.
O ex-jogador se submetia à seções de hemodiálise e passou por uma cirurgia no braço e na perna, após levar um tombo, que piorou seu estado de saúde. Emil Rached morreu ontem, em Campinas, aos 66 anos, vítima de infecção generalizada, após sofrer quatro paradas cardiácas. Ele estava internado há dez dias na UTI em decorrência de uma embolia pulmonar.
Pela Seleção Brasileira, Rached marcou 114 pontos em 18 jogos e conquistou medalhas como a de ouro nos jogos Pan-Americanos de Cali (Colômbia), em 71; a de prata no Sul-Americano da Argentina, em 66; e a de bronze no Mundial do Uruguai, em 67. Ao abandonar o esporte, passou a fazer parte do programa “Os Trapalhões”, ao lado de Renato Aragão, na Rede Globo.
No cinema, atuou nos filmes “Os Trapalhões nas Minas do Rei Salomão” (77) e “Os Trapalhões na Guerra dos Planetas” (78), sempre interpretando um sujeito mal-humorado. Esteve também em “As Aventuras de Mário Fofoca” (82). Em 2007, foi um dos condutores do tocha dos jogos Pan-Americanos, realizados no Rio de Janeiro.
O ex-jogador se submetia à seções de hemodiálise e passou por uma cirurgia no braço e na perna, após levar um tombo, que piorou seu estado de saúde. Emil Rached morreu ontem, em Campinas, aos 66 anos, vítima de infecção generalizada, após sofrer quatro paradas cardiácas. Ele estava internado há dez dias na UTI em decorrência de uma embolia pulmonar.
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