
Carros de Contrabando
O roubo de automóveis é um volumoso negócio nos Estados Unidos. Mais de um milhão são roubados anualmente, e muitos são “exportados” a diferentes países a preços várias vezes mais altos do que no país. As estimativas do número total enviado ao estrangeiro variam até 200.000. Uma autoridade alfandegária dos E.U.A. disse: “O problema está quase fora de controle.” Visto que há muitos carros exportados do país em comércio legal, não há suficientes funcionários na Alfândega para verificarem os ilegais. Também, diz um alto funcionário da Alfândega em Washington: “Não encorajamos as pessoas a trabalhar com relação a roubo de carros porque temos outras prioridades sob mandato.”
O Crime Atinge Uma Família Entre Três
O Ministério da Justiça dos E.U.A. disse que no ano passado uma família americana entre três foi vítima de crime, que está aumentando continuamente em intensidade. Seis por cento de todas as famílias foram vítimas de estupro, 14 por cento foram assaltadas fora de casa, 17 por cento foram vítimas de arrombamentos de suas casas e outros 2 por cento foram vítimas de roubo de automóveis. O informe concluía: “Todos os americanos correm risco num grau antes desconhecido.”
Roubo de Biblioteca
A Biblioteca Metro, de Toronto, Canadá, está perdendo livros na ordem de 12.000 por ano, quer por estragos, quer por roubos. O preço para os contribuintes de impostos é de 250.000 dólares anualmente, informa o Star de Toronto. A biblioteca apanhou uma pessoa que já havia retirado 20 páginas de livros cuja substituição custaria 1.000 dólares (Cr$ 100 mil). Amiúde, o ladrão apanhado afirma que só está tirando algo que pode ser substituído, que a municipalidade é rica e ele é pobre, e que a sua “necessidade intelectual” é mais importante do que os custos para os contribuintes de impostos.
Fundida a Copa do Mundo
Na noite de 19 de dezembro de 1983, a valiosa Taça Jules Rimet, junto com três outros troféus, desapareceram de seu mostruário na sede da Federação Brasileira de Futebol, no Rio de Janeiro. Dois ladrões armados renderam um idoso vigia noturno e conseguiram escapar com a taça. Folheada a ouro e pesando pouco mais de 3 quilos, o Brasil detinha a posse permanente da taça desde 1970, ao ganhar três Campeonatos Mundiais de futebol.
Depois de uma investigação por todo o país, noticiada pela imprensa, a Polícia Federal prendeu certas pessoas, uma das quais “confessou tudo”, inclusive que, no dia depois do roubo, a taça fora vendida por Cr$ 26 milhões a uma fundição de ouro, para ser derretida. Por falta de evidência, tais pessoas presas foram libertadas. De acordo com as notícias, a polícia recebeu informações sobre um plano para o roubo da taça, mas não lhe deu crédito. Investigações posteriores suscitaram sérias dúvidas quanto a quem realmente estava envolvido, prosseguindo-se o inquérito.
Aumenta o Roubo de Livros
“Valiosos livros e documentos têm desaparecido das bibliotecas americanas, nos anos recentes, em um índice cada vez mais rápido”, veicula The New York Times. Entre as centenas de itens que se relatou foram roubados acham-se um livro de Copérnico, astrônomo do século 16, avaliado em 150.000 dólares, e o esboço do roteiro do filme “Guerra nas Estrelas”. Calcula-se que as perdas atingirão facilmente US$ 50 milhões por ano apenas nos Estados Unidos. Afirma Lawrence Towner, presidente da Biblioteca Newberry, de Chicago, EUA: “O que, outrora, era apenas uma doença endêmica, tornou-se, em 20 anos, uma epidemia virulenta.”
O Dinheiro ou a Vida?
Um novo estudo realizado por dois pesquisadores da Universidade de Chicago, EUA, aconselha: Não resista se for vítima de roubo. A resistência aumenta drasticamente o risco de ser morto. Seu informe “Ferimento e Morte de Vítima do Roubo Urbano”, analisou cerca de mil roubos relatados à polícia no período de um ano na cidade de Chicago. “A recusa da vítima em cooperar com o agressor gera uma disputa de vontades”, diz o informe. Num roubo, concluem os pesquisadores, “a resposta correta à pergunta implícita de o dinheiro ou a vida é: dê o dinheiro”.
Roubo em lojas torna-se internacional
“Diplomados” de uma “escola de roubo” em Santiago, no Chile, estão ativos em Montreal e Toronto, no Canadá, e em algumas cidades americanas, diz L’actualité, uma revista canadense. A “escola” ensina técnicas para bater carteiras e roubar lojas e dá instrução em leis e métodos de atuação da polícia do Canadá. Os “diplomados” trabalham em grupos, portam documentos falsos, usam roupas com forro especial e levam papel de presente para esconder o que roubam. A polícia da Comunidade Urbana de Montreal identificou a rede de roubo e fez várias apreensões de roupas roubadas desde 1991. Recentemente, o maior volume recuperado foi um contêiner cheio de roupas cujo destino era o Chile. No entanto, essa rede internacional de roubo organizado de lojas representa um imenso desafio, tanto para a polícia como para os lojistas. Um detetive de Montreal citado em L’actualité disse que é difícil conseguir a cooperação da polícia internacional, porque “isso não é prioridade para eles”.
Roubo de identidade
Cuidado com criminosos que assumem sua identidade para fraudar credores, avisa uma reportagem do jornal El Economista, da Cidade do México. Após obterem seus dados pessoais roubando sua correspondência ou sua carteira, os criminosos solicitam cartões de crédito em seu nome e pedem que sejam enviados ao endereço deles. Daí usam seu nome para fazer compras e alugar propriedades por telefone ou pela Internet. As vítimas podem passar anos, talvez décadas, tentando retificar os assuntos, diz o jornal. Como proteger-se do roubo de identidade? El Economista aconselha: não carregue documentos importantes com você a menos que vá usá-los; mantenha um registro de todas as transações com cartões de crédito e confira se batem com os extratos; rasgue as faturas dos cartões de crédito antes de jogá-las fora; não envie dados pessoais por correio eletrônico e mantenha uma relação dos números dos seus cartões, datas de vencimento e telefones das administradoras, para comunicar a perda ou o roubo dos cartões.
Ladrões de energia elétrica
Concessionárias de energia elétrica nos Estados Unidos estão começando a cercar um problema que vem aumentando muito — o roubo de energia elétrica. Há alguns anos, esse era um serviço muito barato, mas como os preços dispararam nesses últimos anos, o roubo se tornou uma prática comum, segundo The Wall Street Journal. A Edison Company, de Detroit, estima que em 1999 perdeu 40 milhões de dólares com o roubo de energia elétrica. Consta que os ladrões, muitas vezes sem noção do perigo, usam as ferramentas mais rudimentares como cabos de transferência de corrente usados em baterias de automóvel, cabos de extensão de uso doméstico e canos de cobre. Outros cavam fundo na terra para fazer uma ligação ilegal nos alimentadores subterrâneos da concessionária.
Quando tentarem roubar seu carro
O roubo de automóveis é um volumoso negócio nos Estados Unidos. Mais de um milhão são roubados anualmente, e muitos são “exportados” a diferentes países a preços várias vezes mais altos do que no país. As estimativas do número total enviado ao estrangeiro variam até 200.000. Uma autoridade alfandegária dos E.U.A. disse: “O problema está quase fora de controle.” Visto que há muitos carros exportados do país em comércio legal, não há suficientes funcionários na Alfândega para verificarem os ilegais. Também, diz um alto funcionário da Alfândega em Washington: “Não encorajamos as pessoas a trabalhar com relação a roubo de carros porque temos outras prioridades sob mandato.”
O Crime Atinge Uma Família Entre Três
O Ministério da Justiça dos E.U.A. disse que no ano passado uma família americana entre três foi vítima de crime, que está aumentando continuamente em intensidade. Seis por cento de todas as famílias foram vítimas de estupro, 14 por cento foram assaltadas fora de casa, 17 por cento foram vítimas de arrombamentos de suas casas e outros 2 por cento foram vítimas de roubo de automóveis. O informe concluía: “Todos os americanos correm risco num grau antes desconhecido.”
Roubo de Biblioteca
A Biblioteca Metro, de Toronto, Canadá, está perdendo livros na ordem de 12.000 por ano, quer por estragos, quer por roubos. O preço para os contribuintes de impostos é de 250.000 dólares anualmente, informa o Star de Toronto. A biblioteca apanhou uma pessoa que já havia retirado 20 páginas de livros cuja substituição custaria 1.000 dólares (Cr$ 100 mil). Amiúde, o ladrão apanhado afirma que só está tirando algo que pode ser substituído, que a municipalidade é rica e ele é pobre, e que a sua “necessidade intelectual” é mais importante do que os custos para os contribuintes de impostos.
Fundida a Copa do Mundo
Na noite de 19 de dezembro de 1983, a valiosa Taça Jules Rimet, junto com três outros troféus, desapareceram de seu mostruário na sede da Federação Brasileira de Futebol, no Rio de Janeiro. Dois ladrões armados renderam um idoso vigia noturno e conseguiram escapar com a taça. Folheada a ouro e pesando pouco mais de 3 quilos, o Brasil detinha a posse permanente da taça desde 1970, ao ganhar três Campeonatos Mundiais de futebol.
Depois de uma investigação por todo o país, noticiada pela imprensa, a Polícia Federal prendeu certas pessoas, uma das quais “confessou tudo”, inclusive que, no dia depois do roubo, a taça fora vendida por Cr$ 26 milhões a uma fundição de ouro, para ser derretida. Por falta de evidência, tais pessoas presas foram libertadas. De acordo com as notícias, a polícia recebeu informações sobre um plano para o roubo da taça, mas não lhe deu crédito. Investigações posteriores suscitaram sérias dúvidas quanto a quem realmente estava envolvido, prosseguindo-se o inquérito.
Aumenta o Roubo de Livros
“Valiosos livros e documentos têm desaparecido das bibliotecas americanas, nos anos recentes, em um índice cada vez mais rápido”, veicula The New York Times. Entre as centenas de itens que se relatou foram roubados acham-se um livro de Copérnico, astrônomo do século 16, avaliado em 150.000 dólares, e o esboço do roteiro do filme “Guerra nas Estrelas”. Calcula-se que as perdas atingirão facilmente US$ 50 milhões por ano apenas nos Estados Unidos. Afirma Lawrence Towner, presidente da Biblioteca Newberry, de Chicago, EUA: “O que, outrora, era apenas uma doença endêmica, tornou-se, em 20 anos, uma epidemia virulenta.”
O Dinheiro ou a Vida?
Um novo estudo realizado por dois pesquisadores da Universidade de Chicago, EUA, aconselha: Não resista se for vítima de roubo. A resistência aumenta drasticamente o risco de ser morto. Seu informe “Ferimento e Morte de Vítima do Roubo Urbano”, analisou cerca de mil roubos relatados à polícia no período de um ano na cidade de Chicago. “A recusa da vítima em cooperar com o agressor gera uma disputa de vontades”, diz o informe. Num roubo, concluem os pesquisadores, “a resposta correta à pergunta implícita de o dinheiro ou a vida é: dê o dinheiro”.
Roubo em lojas torna-se internacional
“Diplomados” de uma “escola de roubo” em Santiago, no Chile, estão ativos em Montreal e Toronto, no Canadá, e em algumas cidades americanas, diz L’actualité, uma revista canadense. A “escola” ensina técnicas para bater carteiras e roubar lojas e dá instrução em leis e métodos de atuação da polícia do Canadá. Os “diplomados” trabalham em grupos, portam documentos falsos, usam roupas com forro especial e levam papel de presente para esconder o que roubam. A polícia da Comunidade Urbana de Montreal identificou a rede de roubo e fez várias apreensões de roupas roubadas desde 1991. Recentemente, o maior volume recuperado foi um contêiner cheio de roupas cujo destino era o Chile. No entanto, essa rede internacional de roubo organizado de lojas representa um imenso desafio, tanto para a polícia como para os lojistas. Um detetive de Montreal citado em L’actualité disse que é difícil conseguir a cooperação da polícia internacional, porque “isso não é prioridade para eles”.
Roubo de identidade
Cuidado com criminosos que assumem sua identidade para fraudar credores, avisa uma reportagem do jornal El Economista, da Cidade do México. Após obterem seus dados pessoais roubando sua correspondência ou sua carteira, os criminosos solicitam cartões de crédito em seu nome e pedem que sejam enviados ao endereço deles. Daí usam seu nome para fazer compras e alugar propriedades por telefone ou pela Internet. As vítimas podem passar anos, talvez décadas, tentando retificar os assuntos, diz o jornal. Como proteger-se do roubo de identidade? El Economista aconselha: não carregue documentos importantes com você a menos que vá usá-los; mantenha um registro de todas as transações com cartões de crédito e confira se batem com os extratos; rasgue as faturas dos cartões de crédito antes de jogá-las fora; não envie dados pessoais por correio eletrônico e mantenha uma relação dos números dos seus cartões, datas de vencimento e telefones das administradoras, para comunicar a perda ou o roubo dos cartões.
Ladrões de energia elétrica
Concessionárias de energia elétrica nos Estados Unidos estão começando a cercar um problema que vem aumentando muito — o roubo de energia elétrica. Há alguns anos, esse era um serviço muito barato, mas como os preços dispararam nesses últimos anos, o roubo se tornou uma prática comum, segundo The Wall Street Journal. A Edison Company, de Detroit, estima que em 1999 perdeu 40 milhões de dólares com o roubo de energia elétrica. Consta que os ladrões, muitas vezes sem noção do perigo, usam as ferramentas mais rudimentares como cabos de transferência de corrente usados em baterias de automóvel, cabos de extensão de uso doméstico e canos de cobre. Outros cavam fundo na terra para fazer uma ligação ilegal nos alimentadores subterrâneos da concessionária.
Quando tentarem roubar seu carro
O roubo de carros se tornou um negócio lucrativo na Cidade do México, noticia o jornal El Universal. A cada dia, em média 80 carros são roubados e revendidos. Segundo um promotor público, aparentemente, os homens que viajam sozinhos são as vítimas preferidas, já que os ladrões acreditam que as mulheres têm mais tendência a gritar ou a estar com crianças, o que dificulta o roubo. Dos ladrões que são presos, 85% são jovens que têm entre 18 e 25 anos. Métodos de roubo comumente usados incluem: fazer o motorista que está parado no semáforo sair do carro sob a mira de uma arma, colidir com o carro para obrigar o motorista a sair dele ou abordar o motorista quando ele está abrindo a garagem de casa. O jornal recomenda aos motoristas que não reajam, mas mantenham a calma — especialmente se armas forem usadas — e memorizem o máximo de informações possível sobre os criminosos. Para facilitar a recuperação do veículo, as vítimas devem saber o número da placa e a cor do carro e relatar imediatamente à polícia essas e outras informações pertinentes.
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