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O SHOW DO COMÉRCIO DO CAMPINARTE

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Joaquim! Joaquim! Joaquim!

Hoje é dia 21 de Abril e eu gostaria de escrever alguma coisa sobre um certo Joaquim, não necessariamente o Tiradentes, mas, um certo Joaquim que simbolizasse todos os Joaquins, Josés, Silvas e Xavieres (seria assim mesmo, Xavieres? Se não for, por favor, me corrijam).
Eu gostaria de escrever sobre um certo Joaquim que não se prendesse às opiniões da multidão. Um Joaquim que viva a sua vida de acordo com as luzes que lhe chegam do alto porque a multidão julga o lado exterior, o íntimo só Deus conhece.
Eu gostaria de escrever sobre um certo Joaquim que tivesse uma personalidade própria sabedor que de nada valerá o conhecimento de todas as ciências do mundo, de tudo que está fora de nós, se não conhecermos a nós mesmos.
Um certo Joaquim cuja a vida seja cercada de amor e que não tenha prevenção contra seus semelhantes.
Eu gostaria de escrever sobre um certo Joaquim que fosse capaz de vencer as barreiras da separação, de aproximar criaturas, de solidificar amizades.
Eu gostaria de escrever sobre um certo Joaquim desperto para as verdades superiores que não se iluda com as conquistas fáceis, com os prazeres transitórios, com as sensações efêmeras.
Um certo Joaquim que busque intensamente as coisas sólidas e duradouras, espalhando alegria e otimismo, bondade e amor, que são as bases firmes e eternas da felicidade que jamais termina.
Joaquim! Joaquim! Joaquim!
Que coisa, onde andará esse Joaquim?