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domingo, 2 de fevereiro de 2014

Escritor baiano Moniz Bandeira é indicado para o Nobel

Nesta semana, o nome do intelectual baiano Moniz Bandeira esteve presente nos principais círculos literários do País. A razão: a indicação para representar o Brasil na próxima edição do prêmio Nobel de Literatura.
A escolha se deu por provocação do comitê do prêmio Nobel para a União Brasileira de Escritores (Ube).  Convidada a indicar um nome, a instituição escolheu o escritor e cientista político Luiz Alberto de Vianna Moniz Bandeira, mais conhecido como Moniz Bandeira, 78 anos.
A Academia de Letras de Minas Gerais também manifestou seu apoio à decisão da Ube, e oficializou a indicação.
Autor de mais de 20 obras de diversos temas, notadamente política e poesia, Moniz Bandeira atualmente reside na Alemanha, onde ocupa o cargo de cônsul honorário do Brasil na cidade  de Heidelberg.
Muitos de seus livros estão entre os adotados no curso de formação de diplomatas do Itamaraty, como Formação do Império Americano - Da guerra contra a Espanha à guerra no Iraque.
A indicação foi recebida com surpresa pelo próprio Moniz Bandeira, que soube da notícia na Alemanha, através de um e-mail. A novidade foi transmitida pelo escritor Fábio Lucas, da Academia de Letras de Minas Gerais e da Academia de Letras de São Paulo, também membro da direção da União Brasileira de Escritores.
"Não alimento ilusões, mas o barro foi jogado contra a parede. Se pegar... claro que ficarei feliz. Mas o prêmio não será só para mim, mas para o Brasil e as instituições que indicaram meu nome, para Margot, minha esposa, que cuida de mim, nosso filho Egas, e a Bahia, onde nasci e estão as seculares raízes de minha família", afirma.
O intelectual, que já morou em diversos países do mundo e que reside há 18 anos na Alemanha, conta que nunca esquece de que é baiano.
"Como farinha e pimenta todos os dias, tenho saudade dos coqueiros de Itapuã e dos verdes mares que Caymmi cantou. Sinto profunda saudade da Bahia em que nasci e me criei, dos velhos amigos que já passaram e dos que ainda sobrevivem", revela.

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