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segunda-feira, 7 de agosto de 2017

História da Igreja da Glória - Diário do Rio de Janeiro

Igreja da Gloria por Marcusrg
A origem da Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro, Imperial Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro, ou (como é mais conhecida) Igreja da Glória se deu no século XVII. Tudo começou em uma pequena ermida, construída em um terreno doado à Irmandade da Glória em 1699. Cláudio do Amaral Gurgel foi o responsável pela obra.
Vista da Igreja e Praia da Glória, Leandro Joaquim, circa 1790
Vista da Igreja e Praia da Glória, Leandro Joaquim, circa 1790
A inauguração aconteceu alguns anos depois, em 1739. Quanto à data de início das obras, há uma divergência entre os historiadores. Uns dizem que foi em 1730. Outros que os trabalhos começaram no ano 1714. Independentemente de quando foi iniciada a construção, a beleza da obra, visível de muitos pontos da cidade, chama a atenção.
A arquitetura da igreja é muito interessante. O lado externo se destaca pelos espaços curvos e o interno pelos altares estilo rococó, além dos portais, esculpidos em pedra de lioz e trazidos de Lisboa, em Portugal, na segunda metade do século XVIII”, frisa a arquiteta e pesquisadora Camila Braga.
Vista do Outeiro, Praia e Igreja da Glória, Nicolas-Antoine Taunay, circa 1817
Vista do Outeiro, Praia e Igreja da Glória, Nicolas-Antoine Taunay, circa 1817
Com a chegada da Família Real ao Rio de Janeiro, em 1808, a Igreja da Glória ganhou muito. O templo se tornou o queridinho da Corte Real e depois Imperial.
Na Igreja da Glória foi batizada, em 1819, a primeira filha de dom Pedro I e Leopoldina, a princesa Maria da Glória, futura rainha Maria II de Portugal. Depois disso, todos os membros da Família Imperial foram batizados no templo, incluindo Dom Pedro II e Princesa Isabel”, conta o historiador Maurício Santos.
Em 1839, Dom Pedro II deu o título de “Imperial” à irmandade. Por isso, o nome “Imperial Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro”.
Igreja da Nossa Senhora da Glória por Leandro Neumann Ciuffo
Igreja da Nossa Senhora da Glória por Leandro Neumann Ciuffo
Em 2006, a Igreja da Glória passou por uma restauração. Em seu interior e exterior, foram recuperados cobertura, fachadas, muros, paramentos, forros, altares, talhas, calhas e sistema elétrico.
Felipe Lucena é jornalista, roteirista e escritor. Filho de nordestinos, nasceu e foi criado na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Apesar da distância, sempre foi (e pretende continuar sendo) um assíduo frequentador das mais diversas regiões da Cidade Maravilhosa.
História da Igreja da Glória - Diário do Rio de Janeiro

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