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O SHOW DO COMÉRCIO DO CAMPINARTE

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Religião — como começou? (Parte 11) / Descrença moderna — deve a busca continuar?

“Deus não é mais uma preocupação costumeira dos seres humanos. Cada vez menos se lembram dele na sua rotina diária ou ao tomarem as suas decisões. . . . Deus foi substituído por outros valores: renda e produtividade. Talvez outrora Deus tenha sido considerado a fonte de significado para todas as atividades humanas, mas hoje ele foi relegado aos calabouços secretos da história. . . . Deus desapareceu da consciência dos seres humanos.” — As Origens do Moderno Ateísmo (em inglês).NÃO FAZ muitos anos que Deus desempenhava uma parte muito importante na vida das pessoas no mundo ocidental. Para ser socialmente aceitável, a pessoa tinha de evidenciar ter fé em Deus, mesmo que nem todos praticassem o que diziam crer. Quaisquer dúvidas e incertezas eram discretamente guardadas no íntimo. Expressá-las em público seria chocante, e talvez até mesmo expusesse a pessoa à censura.
Hoje, porém, a situação se inverteu. Ter fortes convicções religiosas é tido por muitos como ser bitolado, dogmático, até mesmo fanático. Em muitos países, nota-se uma prevalecente indiferença ou falta de interesse com relação a Deus e religião. A maioria das pessoas não mais buscam a Deus, seja porque não crêem que ele existe, seja porque têm dúvidas quanto a isso. De fato, alguns usam o termo “pós-Cristã” para classificar a nossa era. Assim, é imperativo perguntar: Como foi que o conceito de Deus ficou tão alienado da vida das pessoas? Que forças ocasionaram essa mudança? Há sólidas razões para continuar na busca de Deus?
Conseqüências da ReformaComo vimos no capítulo anterior, a Reforma protestante do século 16 causou uma notável mudança no conceito das pessoas quanto à autoridade, quer religiosa, quer outra. A auto-afirmação e a liberdade de expressão tomaram o lugar do conformismo e da submissão. Embora a maioria das pessoas permanecesse dentro do âmbito da religião tradicional, algumas seguiram linhas mais radicais, desafiando os dogmas e os ensinos básicos das religiões tradicionais. Ainda outras, notando o papel da religião nas guerras, nos sofrimentos e nas injustiças em toda a história, tornaram-se totalmente cépticas com relação à religião.
Já em 1572, um relatório intitulado Exposição Sobre a Situação Atual na Inglaterra (em inglês), dizia: “O reino está dividido em três partidos: os papistas, os ateus e os protestantes. Todos os três são igualmente favorecidos: o primeiro e o segundo porque, sendo muitos, não nos atrevemos a desagradá-los.” Outra estimativa deu 50.000 como o total de ateus em Paris, em 1623, embora o termo tivesse sido usado um tanto vagamente. Seja como for, é claro que a Reforma, no seu empenho de livrar-se do domínio da autoridade papal, trouxe à tona também os que desafiavam a posição das religiões tradicionais. Como Will e Ariel Durant escreveram em A História da Civilização: Volume VII — Começa a Idade da Razão: “Os pensadores da Europa — a vanguarda do espírito europeu — não mais discutiam a autoridade do papa; seus debates giravam em torno da existência de Deus.”
O Ataque da Ciência e da Filosofia
Além da fragmentação da cristandade em si, havia outras forças em ação que enfraqueciam adicionalmente a sua posição. A ciência, a filosofia, o secularismo e o materialismo desempenharam seus papéis em levantar dúvidas e alimentar o cepticismo a respeito de Deus e religião.
A expansão do conhecimento científico questionou muitos dos ensinos da Igreja que eram baseados em interpretações errôneas de textos bíblicos. Por exemplo, descobertas astronômicas por homens como Copérnico e Galileu representaram um desafio direto à doutrina geocêntrica da Igreja, ou seja, que a terra é o centro do universo. Ademais, a compreensão das leis naturais que governam as operações do mundo físico tornou desnecessário atribuir à mão de Deus ou à Providência os fenômenos até então misteriosos, como o trovão e o relâmpago, ou mesmo o aparecimento de certas estrelas e cometas. “Milagres” e “intervenção divina” nos assuntos humanos também caíram na suspeita. Subitamente, Deus e religião pareciam obsoletos para muitos, e alguns que se consideravam atualizados prontamente voltaram as costas para Deus e juntaram-se à adoração da vaca sagrada da ciência.
O mais severo golpe contra a religião, sem dúvida, foi a teoria da evolução. Em 1859, o naturalista inglês Charles Darwin (1809-82) publicou seu livro Origem das Espécies e apresentou um desafio direto ao ensino bíblico da criação por Deus. Como reagiram as igrejas? De início, os clérigos da Inglaterra e de outras partes condenaram a teoria. Mas, a oposição logo se desvaneceu. Parecia que as especulações de Darwin eram exatamente a desculpa que procuravam muitos clérigos que secretamente entretinham dúvidas. Assim, já nos dias de Darwin, “a maioria dos clérigos refletivos e expressivos tinham chegado à conclusão de que a evolução era inteiramente compatível com o entendimento esclarecido da escritura”, diz a Enciclopédia de Religião (em inglês). Em vez de vir em defesa da Bíblia, a cristandade cedeu à pressão da opinião científica e seguiu o que era popular. Assim, ela minou a fé em Deus. — 2 Timóteo 4:3, 4.
À medida que prosseguia o século 19, os críticos da religião tornavam-se mais ousados nos seus ataques. Não contentes em apenas apontar as falhas das religiões, eles passaram a questionar os próprios fundamentos da religião. Suscitaram perguntas tais como: O que é Deus? Por que existe necessidade de Deus? Como é que a crença em Deus afetou a sociedade humana? Homens como Ludwig Feuerbach, Karl Marx, Sigmund Freud e Friedrich Nietzsche apresentavam seus argumentos em termos filosóficos, psicológicos e sociológicos. Teorias como ‘Deus nada mais é do que a projeção da imaginação do homem’, ‘religião é o ópio do povo’ e ‘Deus está morto’ soavam bem modernas e excitantes em comparação com os insípidos e incompreensíveis dogmas e tradições das igrejas. Parecia que finalmente muitas pessoas haviam descoberto uma forma bem articulada de expressar dúvidas e suspeitas que pairavam nas suas mentes. Pronta e animadamente abraçaram essas idéias como nova verdade evangélica.
A Grande Transigência
Atacadas e escrutinizadas pela ciência e pela filosofia, o que fizeram as religiões? Em vez de assumirem uma posição firme em favor dos ensinos da Bíblia, elas cederam às pressões e transigiram até mesmo em artigos de fé fundamentais, como a criação por Deus e a autenticidade da Bíblia. O resultado? As religiões da cristandade passaram a perder a credibilidade, e muitos passaram a perder a fé. O fracasso das religiões em vir em sua própria defesa deixou a porta bem aberta para as massas saírem. Para muitos, a religião se tornou nada mais do que um legado sociológico, algo para marcar os pontos altos na vida da pessoa — o nascimento, o casamento, a morte. Muitos quase desistiram de sua busca do Deus verdadeiro.
Em vista de tudo isso, é lógico perguntar: Será que a ciência e a filosofia realmente passaram o atestado de óbito da crença em Deus? Será que a falha das religiões é a falha daquilo que elas afirmam ensinar, a Bíblia? Ora, deve a busca de Deus continuar? Examinemos brevemente esses pontos.
Base Para Se Crer em Deus
Tem-se dito que há dois livros que nos falam a respeito da existência de Deus — o “livro” da criação, ou seja, a natureza que nos cerca, e a Bíblia. Estes têm sido a base para a crença de milhões de pessoas, no passado e no presente. Por exemplo, um rei do século 11 AEC, impressionado pelo que observava no céu estrelado, exclamou poeticamente: “Os céus declaram a glória de Deus; e a expansão está contando o trabalho das suas mãos.” (Salmo 19:1) No século 20, um astronauta, que, mirando a espetacular vista da Terra de sua espaçonave que circundava a lua, foi induzido a recitar: “No princípio criou Deus os céus e a terra.” — Gênesis 1:1, Al.
Mas, esses dois livros estão sob ataque da parte dos que afirmam não crer em Deus. Dizem que a investigação científica do mundo que nos cerca prova que a vida veio a existir, não através da criação inteligente, mas sim pelo cego acaso e pelo casual processo da evolução. Argumentam, assim, que não existia um Criador, de modo que a questão sobre Deus é supérflua. Ademais, muitos deles crêem que a Bíblia é simplesmente obsoleta e ilógica, portanto, indigna de ser crida. Conseqüentemente, para eles, não há mais base para se crer na existência de Deus. É isso verdade? O que indicam os fatos?
Por Acaso ou por Projeto?Não havendo Criador, a vida então teria começado espontaneamente, por acaso. Para que a vida viesse a existir, de algum modo as corretas substâncias químicas teriam de se ter combinado nas quantidades certas, sob a correta temperatura e pressão e outros fatores controladores, e tudo teria de ter sido mantido pelo correto espaço de tempo. Ademais, para que a vida começasse e fosse sustentada na terra, esses acontecimentos casuais teriam de se ter repetido milhares de vezes. Mas, qual é a probabilidade de um único evento assim ocorrer?
Os evolucionistas admitem que a probabilidade de os átomos e as moléculas apropriados se combinarem para formar uma única molécula simples de proteína é 1 em 10113, ou, 1 seguido de 113 zeros. Esse número é maior do que o total calculado de átomos no universo! Os matemáticos descartam como impossível tudo o que tenha menos de 1 em 1050 de probabilidade de ocorrer. Mas, muito mais do que uma molécula simples de proteína é necessário para a vida. São necessárias umas 2.000 diferentes proteínas apenas para uma única célula manter a sua atividade, e a possibilidade de que todas elas ocorram a esmo é 1 em 1040.000! “Se a pessoa não for preconcebida, seja por crenças sociais, seja por determinado preparo científico, a ter convicção de que a vida se originou [espontaneamente] na Terra, esse simples cálculo torna improcedente toda esta idéia”, diz o astrônomo Fred Hoyle.
Por outro lado, estudando o mundo físico, das diminutas partículas subatômicas às vastas galáxias, os cientistas descobriram que todos os fenômenos naturais conhecidos parecem seguir certas leis básicas. Em outras palavras, constataram que existe lógica e ordem em tudo o que ocorre no universo, e eles podem expressar essa lógica e ordem em termos matemáticos simples. “Poucos são os cientistas que não se impressionam com a quase inconcebível simplicidade e elegância dessas leis”, escreveu o professor de física Paul Davies na revista New Scientist.
Algo muito intrigante a respeito dessas leis, contudo, é que há nelas certos fatores cujos valores têm de ser fixados com precisão para que o universo tal como o conhecemos exista. Entre estas constantes fundamentais há a unidade de carga elétrica sobre o próton, as massas de certas partículas fundamentais e a constante universal da gravitação, de Newton, comumente referida pela letra G. Sobre isso, o professor Davies prossegue: “Até mesmo mínimas variações nos valores de algumas delas alteraria drasticamente a aparência do Universo. Por exemplo, Freeman Dyson frisou que, se a força entre os núcleons (prótons e nêutrons) fosse apenas alguns por cento mais forte, o Universo ficaria sem hidrogênio. Estrelas, como o Sol, para não mencionar a água, talvez não existissem. A vida, pelo menos como a conhecemos, seria impossível. Brandon Carter mostrou que mudanças muitíssimo menores na G transformariam todas as estrelas em gigantes azuis ou anãs vermelhas, com conseqüências igualmente funestas sobre a vida.” Assim, Davies conclui: “Neste caso, é concebível a existência de apenas um único Universo. Se assim for, é um notável pensamento que a nossa existência como seres conscientes é uma inescapável conseqüência da lógica.” — O grifo é nosso.
O que se deduz de tudo isso? Primeiro, se o universo é governado por leis, deve existir um legislador inteligente que formulou ou estabeleceu essas leis. Ademais, visto que as leis que governam a operação do universo aparentemente foram feitas em antecipação à vida e às condições favoráveis para a sua sustentação, está claramente envolvida a intenção. Projeto e intenção — não são características do cego acaso; são precisamente o que um Criador inteligente manifestaria. E isso é justamente o que a Bíblia indica ao declarar: “Aquilo que se pode saber sobre Deus é manifesto entre eles, porque Deus lho manifestou. Pois as suas qualidades invisíveis são claramente vistas desde a criação do mundo em diante, porque são percebidas por meio das coisas feitas, mesmo seu sempiterno poder e Divindade.” — Romanos 1:19, 20; Isaías 45:18; Jeremias 10:12.
Abundante Evidência ao Nosso Redor
Naturalmente, percebe-se a existência de projeto e intenção não só no ordeiro funcionamento do universo, mas também na maneira em que as criaturas viventes, simples e complexas, executam as suas atividades diárias, bem como na maneira em que interagem umas com as outras e com o meio ambiente. Por exemplo, quase todos os componentes do corpo humano — o cérebro, o olho, o ouvido, a mão — indicam a existência de um projeto tão intricado que a ciência moderna não consegue explicá-lo plenamente. E existe também o mundo animal e vegetal. A migração anual de certas aves através de milhares de quilômetros de terra e mar, o processo da fotossíntese nas plantas, o desenvolvimento dum único óvulo fertilizado num organismo complexo de milhões de células diferenciadas com funções especializadas — apenas para dar alguns exemplos — tudo isso constitui uma notável evidência de projeto inteligente.
Alguns argumentam, porém, que o aumentado conhecimento científico supriu explicações para muitos desses feitos. Realmente, a ciência explicou, até certo ponto, muitas coisas que antes eram um mistério. Mas, o fato de uma criança descobrir como funciona um relógio não prova que o relógio não foi projetado e feito por alguém. Similarmente, entendermos as maravilhosas maneiras em que muitas das coisas no mundo físico funcionam não prova que não existe por trás delas um projetista inteligente. Ao contrário, quanto mais sabemos a respeito do mundo ao nosso redor, tanto mais evidência temos da existência de um Criador inteligente, Deus. Assim, de mente aberta, podemos concordar com o salmista, que reconheceu: “Quantos são os teus trabalhos, ó Jeová! A todos eles fizeste em sabedoria. A terra está cheia das tuas produções.” — Salmo 104:24.
A Bíblia — Pode-se Crer Nela?
Crer na existência de Deus, porém, não é suficiente para induzir as pessoas a buscá-lo. Há hoje milhões de pessoas que não rejeitaram totalmente a crença em Deus, mas isso não as induziu a buscá-Lo. O pesquisador de opinião pública americano George Gallup Jr. diz que “em termos de fraudação, sonegação de impostos e pequenos furtos, realmente não se constata muita diferença entre os afiliados a igreja e os não afiliados, em grande parte porque existe muita religião social”. Acrescenta que “muitos simplesmente montam uma religião que lhes seja conveniente, que os excite agradavelmente e que não seja necessariamente desafiadora. Alguém chamou isso de religião à la carte. Esta é a fraqueza principal do cristianismo neste país [EUA] hoje em dia: não há firmeza de crença.”
Essa “fraqueza principal” é largamente o resultado da falta de conhecimento e fé na Bíblia. Mas, que base existe para se crer na Bíblia? Primeiro, deve-se notar que, ao longo das eras, provavelmente nenhum outro livro tem sido mais injustamente criticado, injuriado, odiado e atacado do que a Bíblia. Não obstante, ela tem sobrevivido a tudo isso e resultou ser o livro mais traduzido e de maior circulação de que há registro. Isto em si torna a Bíblia um livro notável. Mas, existe prova abundante, evidência convincente, de que a Bíblia é um livro inspirado por Deus e merecedor de nossa crença. — Veja quadro, páginas 340-1.
Embora muitos, em maior ou menor grau, considerem a Bíblia como anticientífica, contraditória e obsoleta, os fatos mostram o contrário. A sua autoria ímpar, a sua exatidão histórica e científica, e suas profecias infalíveis, em conjunto, apontam para uma única conclusão inevitável: a Bíblia é a inspirada Palavra de Deus. Como disse o apóstolo Paulo: “Toda a Escritura é inspirada por Deus e proveitosa.” — 2 Timóteo 3:16.
Enfrentando o Desafio da Descrença
Tendo considerado a evidência à base do livro da criação e da Bíblia, o que podemos concluir? Simplesmente que esses livros são tão válidos hoje como sempre foram. Se nos dispomos a examinar o assunto objetivamente, em vez de nos deixar desviar por idéias preconcebidas, vemos que qualquer objeção pode ser vencida de maneira razoável. As respostas existem, bastando que estejamos dispostos a procurá-las. Jesus disse: “Persisti em buscar, e achareis.” — Mateus 7:7; Atos 17:11.
Em última análise, a maioria das pessoas que desistiram de buscar a Deus não o fizeram porque examinaram cuidadosamente a evidência por si mesmas e constataram que a Bíblia é inverídica. Na verdade, muitas delas têm-se afastado por causa do fracasso da cristandade em apresentar o verdadeiro Deus da Bíblia. Como declarou o escritor francês P. Valadier: “Foi a tradição cristã que produziu o ateísmo como fruto; levou à morte de Deus na consciência dos homens porque ela lhes apresentou um Deus impossível de se crer.” Seja como for, podemos consolar-nos com as palavras do apóstolo Paulo: “Qual é o caso, então? Se alguns não expressaram fé, porventura fará a sua falta de fé que a fidelidade de Deus seja sem efeito? Que isso nunca aconteça! Mas, seja Deus achado verdadeiro, embora todo homem seja achado mentiroso.” (Romanos 3:3, 4) Sim, existe todo motivo para continuar a busca do Deus verdadeiro. Nos capítulos finais deste livro, veremos como essa busca chegou a um fim bem-sucedido e o que o futuro tem em reserva para a humanidade.

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