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sábado, 10 de setembro de 2016

Morre Brasília, o primeiro bebê nascido na capital federal

A trajetória de Brasília Maria Costa Góis se confunde com a história da capital federal. Ela foi a primeira pessoa a nascer na cidade, em 21 de abril de 1960. Brasília morreu neste sábado (10/9), aos 56 anos, depois de uma parada cardíaca. A ilustre brasiliense, afilhada de Juscelino Kubitschek, estava internada desde a última quarta-feira no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM). Antes disso, a família lutou até na Justiça para conseguir em uma vaga na UTI. Brasília deixa dois filhos.
Brasília nasceu às 6h15 de 21 de abril de 1960, no Hospital São Vicente de Paula, em Taguatinga. Em grande parte da vida, ela estampou os jornais e participou de programas de televisão. O enrendo sempre era relacionado à curiosidade de ser a primeira nascida em solo brasiliense. Filha de Gonçalo Góis, um piauiense que veio vender cereais na nova capital, Brasília não gostava do nome quando era criança, mas depois se acostumou com a alcunha.
Aos 15 anos, recebeu um grande presente: o então governador do Distrito Federal, Elmo Serejo, organizou um baile de debutante para ela. Na ocasião, vieram 26 adolescentes de todo o país, que haviam nascido no mesmo dia. “Foi a coisa mais chique do mundo. Fui tratada como uma rainha pelo Elmo Serejo", contou ela ao Correio, em uma reportagem de outubro de 2010.
O filho de 15 anos se chama Kristiano – escrito com K em homenagem a Juscelino Kubistchek. A filha Grazielle, de 21 anos, quase se chamou Brasilinha, mas a mãe desistiu antes de ir ao cartório. Brasília até tentou a vida política. Ela se candidatou a deputada distrital pelo PMDB em 2002. Teve 518 votos. Tentou se candidatar em 2006, mas foi impugnada porque não havia prestado contas dos gastos da campanha anterior. Seu programa era em defesa “da melhoria da saúde, educação e segurança”. Servidora pública aposentada do Hospital Regional de Ceilândia (HRC), ela se afastou em virtude da depressão. Fumante inveterada, ela foi diagnosticada com doença pulmonar obstrutiva crônica e também sofria de hipertensão e diabetes.
Por meio de nota enviada pela assessoria de imprensa, a Secretaria de Saúde lamentou a morte de Brasília e informou que, desde quando deu entrada na rede, recebeu toda assistência necessária para melhor evolução do quadro clínico. “A secretaria fez diversas buscas por leitos de UTI em toda a rede e em unidades particulares para atender a solicitação médica no tempo possível. Infelizmente, devido ao agravamento do quadro clínico apresentado, ela faleceu às 3h50 deste sábado (10/9)”, detalhou.


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