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domingo, 31 de julho de 2016

Com califado encolhendo, Estado Islâmico busca atacar globalmente | Manchetes | Reuters

Por Stephen Kalin e Ahmed Tolba
BAGDÁ/CAIRO (Reuters) - O Estado Islâmico, que está perdendo território na Síria e no Iraque, reivindicou a autoria de uma série de ataques militantes em vários cantos do mundo recentemente, principalmente na França e na Alemanha.
    A série de ataques ocorreram após um apelo para que os combatentes atacassem o Ocidente durante o mês sagrado do Ramadã, em junho e julho, em uma aparente mudança de estratégia por parte do grupo jihadista, que está sendo combatido há dois anos por bombardeios da coalizão liderada pelos Estados Unidos e também vê o avanço das forças locais em solo.
    Mas em vez de pedir para os combatentes viajarem para o auto-proclamado califado, o grupo os está encorajando a agir localmente, com os meios que tiverem disponíveis.
    “Se os tiranos fecharem as portas da imigração nas vossas caras, então abram as portas da jihad na cara deles e façam com que suas ações se voltem contra eles mesmos”, sugere um áudio supostamente gravado pelo porta-voz do grupo, Abu Muhammad al-Adnani, referindo-se aos esforços dos governos ocidentais para impedir que os militantes viajem para se juntar ao grupo no Oriente Médio.
    Militantes responderam a isso com atos nos últimos dois meses, em países que fazem parte da coalizão que está atacando o Estado Islâmico. Eles atiraram em pessoas em uma boate da Flórida, atropelaram uma multidão com um caminhão na Riviera Francesa e atacaram com um machado usuários de um trem perto de Munique.
    Os autores dos ataques tinham vários níveis distintos de conexão com os jihadistas do Oriente Médio. Alguns tentaram viajar para a Síria e estavam sob vigilância das autoridades, enquanto outros tinham demonstrado poucos sinais de radicalismo até praticarem os atos.
    “Há um entendimento crescente de que a ideia de um califado está morrendo e mais e mais a liderança está pedindo que combatentes estrangeiros nem viajem ao Iraque ou à Síria, mas que se organizem para cometer violência localmente”, afirmou Max Abrahms, professor da Northeastern University, em Boston, e estudioso de grupos extremistas.
    Autoridades e especialistas em segurança no Oriente Médio e no Ocidente preveem que a campanha militar contra o grupo no Iraque e na Síria inviabilizará o califado, mas ao fazer isso aumenta o risco de ataques em outros cantos do mundo

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