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quinta-feira, 14 de julho de 2016

Cimi denuncia ataques a índios no Mato Grosso do Sul | Radioagência Nacional

A situação é tensa na região centro-sul do Mato Grosso do Sul, próximo a fronteira do Brasil com o Paraguai. De acordo com denúncia do Cimi, o Conselho Indigenista Missionário, duas comunidades indígenas foram atacadas a tiros na região, nos últimos dias.
Em relato ao Cimi, a liderança indígena Ava Jeguaka Rendy Ju afirmou que nessa terça-feira (12) indígenas acampados no tekoha Kurusu Amba foram atacados a tiros. O acampamento fica no município Coronel Sapucaia. Não há registro de feridos.


Na noite de segunda-feira (11), homens armados em quatro caminhonetes e um trator atacaram os indígenas Guarani Kaiowa acampados no tekoha Guapoy. Segundo o Cimi, três pessoas foram atingidas pelos tiros e um deles está em estado grave.


A ação foi na terra indígena Dourados-Amambaipeguá I, no município de Caarapó. O local é o mesmo onde, em junho, um indígena foi assassinado.


A índia Valdelice Veron, da etnia Guarani Kaiowa de Mato Grosso do Sul, acusa fazendeiros de contratar pistoleiros para atacar os indígenas.
Olavo Caneppele, do Sindicato Rural de Caarapó, contesta a afirmação.


Na semana passada, a Justiça Federal concedeu ordem de reintegração de posse de uma fazenda ocupada nesse mesmo lugar pelos indígenas Guarani Kaiowa, de Caarapó. A Funai pediu a suspensão da liminar no Supremo Tribunal Federal (STF).


Nessa quarta-feira (13), o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou ao STF parecer favorável a permanência dos indígenas durante o período de discussão administrativa e judicial.


Por conta dos conflitos por terra, a Força Nacional de Segurança atua na região desde o mês passado. De acordo com a Ministério da Justiça, os agentes estão no local.


Segundo a Polícia Federal, que investiga o caso, a situação está controlada e não há registro de novos enfrentamentos.


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