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segunda-feira, 9 de maio de 2016

Morre militar apontado por Dilma como torturador

Morre militar apontado por Dilma como torturador”
Embora tenha sido denunciado pelo Ministério Público Federal, ele nunca foi condenado. Ele foi dirigente da Oban (Operação Bandeirante) e chefe de interrogatório do Doi-Codi de 1969 a 1970. Financiada por empresários, a Oban foi o principal órgão de repressão aos grupos de esquerda durante a ditadura. 
Em entrevista publicada na Folha de S.Paulo em 2005, Dilma relatou torturas sofridas durante sua prisão, de janeiro de 1970, quando tinha 22 anos, a 1973. Em 2012, estudantes promoveram um "escracho" em frente à casa do torturador, em São Paulo. Ele não era interrogador, era da equipe de busca. No ato, organizado pela Frente de Esculacho Popular, manifestantes gritaram "você é torturador, não vai ter sossego" e distribuíram um panfleto de "alerta à vizinhança": "Você sabia que neste bairro mora Homero César Machado, um dos principais torturadores da ditadura civil-militar?". Uma comissão que investigou, durante quase três anos, os crimes cometidos durante o regime militar acusou Machado de liderar a tortura infligida a Rousseff e a outras três pessoas. Machado foi citado pela presidente Dilma Rousseff como uma das pessoas que dirigiram as sessões de tortura a que foi submetida durante a ditadura militar. Ele negou as acusações de que tenha matado Virgílio. "Nós éramos agentes do Exército, nós não levantamos o braço e: 'vamos lá, pegar comunistas'. Não". Foi mencionado como comandante das equipes de tortura responsáveis por agredir os presos políticos Roberto Macarini e Heleny Ferreira Telles, militantes da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR); Virgílio Gomes da Silva, militante da Ação Libertadora Nacional (ALN); e o frade dominicano Frei Tito (1945-1974), que se suicidou anos mais tarde. "Nós éramos agentes, delegados da instituição". A denúncia foi rejeitada com base na Lei da Anistia e o MPF apresentou recurso contra a decisão. 

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