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quinta-feira, 5 de maio de 2016

G1 - Ícone da imprensa no RJ, fotógrafo Moisés Pregal morre aos 64 anos

Márcio atuou em diversos veículos da imprensa no Estado do Rio (Foto: Facebook/Reprodução)
Morreu na madrugada desta terça-feira (3) o fotógrafo Moisés Pregal. Ele enfrentava um câncer na língua e passou mal enquanto se recuperava de uma cirurgia no Hospital Panamericano, no Rio de Janeiro. Moisés tinha 64 anos e era um conhecido fotógrafo de Petrópolis, na Região Serrana. O velório será na Igreja Metodista Wesleyana de Petrópolis a partir das 23h desta terça. O enterro será às 16h de quarta no Cemitério do Caju, na capital. A causa da morte foi insuficiência respiratória e insuficiência renal.
Pregal se formou em Teologia (Foto: Facebook/Reprodução)
Devido ao câncer, Pregal recebia bolsas de sangue constantemente. O fotógrafo, com 35 anos de profissão, fazia uma campanha nas redes sociais com o intuito de angariar as doações. Ele passou por uma cirurgia de retirada do câncer e reconstrução da língua na quarta-feira (27) no Hospital Panamericano. Pregal saiu do CTI no sábado (30) e foi encaminhado para o quarto. No entanto, o quadro se agravou e os médicos não conseguiram salvá-lo.
Moisés ao lado de Roberta Aguiar, aluna de fotografia (Foto: Facebook/Reprodução)
Para a jornalista Roberta Aguiar, que foi aluna de Pregal em um curso de fotografia, o exemplo dele vai além do lado profissional. Ela conta que Pregal estava sempre de bem com a vida.
"As vezes ele me via na internet pela madrugada e perguntava por que estava acordada. Eu na verdade estava sem sono devido a esse mercado de trabalho louco. Aí eu perguntava onde ele estava, e ele estava na fila do (Hospital) Santa Teresa esperando para fazer hemodiálise. Ele nunca reclamou de nada, sempre me colocou para cima, assim como os demais alunos que tiravam duvidas com ele", relata a ex-aluna.
Moisés estava aposentado pelo INSS e se formou em Teologia em 2014. Engenheiro elétrico por formação, ele seguiu para a área de fotografia; chegou a trabalhar na Veja Rio como repórter e como repórter fotográfico nos jornais O Dia e Tribuna de Petrópolis. Também atuou como professor de fotografia no Senac e na Universidade Estácio de Sá.
Eduardo Oliveira trabalhou com Pregal na década de 90 em um jornal local de Petrópolis e na Estácio. Ele lembra dos momentos juntos na profissão e da garra do amigo. "Era um repórter 24 horas por dia. Ia muito além das funções dele, estabelecendo fontes e pontes pra conseguir informação. Sempre auxiliou os repórteres no início de carreira. Por isso, convidei para ser professor na Universidade, pois sabia da pegada dele com o pessoal começando", lamentou.
O amigo recorda ainda das coberturas na década de 90. "Mais que tudo um amigo, dividimos bons momentos na profissão. Era um sujeito de caráter, honesto, muito carismático. Cobrimos vários deslizamentos, tragédias, matérias de polícia e matérias de festas. Estivemos em bons e maus momentos; nas chuvas de 93 e de 95. A gente saía no nosso próprio carro na época em que não havia carro na redação", lembrou do bom humor de Pregal.  

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