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quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Professores de Santarém paralisam em protesto contra descontos salariais

Os professores da rede estadual de ensino em Santarém, oeste do Pará, vão paralisar mais uma vez, nesta quinta-feira (13). Eles reclamam dos descontos nos contracheques feitos por conta da greve realizada neste ano.
Os profissionais entraram em greve no dia 25 de março e voltaram aos trabalhos no dia 10 de junho. Porém, não quiseram repor o conteúdo perdido dando aulas durante as férias de julho. As aulas foram retomadas no dia 3 de agosto e, agora, o calendário é readequado para não afetar ainda mais os alunos.
A categoria cobra do governo do estado o Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR) unificado, melhorias na estrutura das escolas, estabilidade na lotação dos professores, reajuste no piso salarial de 2015, entre outros itens. Eles voltaram às salas de aula após promessa do governo do Estado em negociar.

A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) informou à produção de jornalismo da TV Tapajós que o governo tem honrado os compromissos assumidos na negociação para o término da greve e que assegurou o pagamento do piso nacional do magistério, com reajuste de 13% no vencimento-base dos professores. A Seduc garantiu também a lotação nos termos da legislação vigente, com até 284 horas de carga horária total.
No cumprimento à decisão judicial sobre desconto dos dias parados na greve, a secretaria disse que o governo procurou atenuar o impacto sobre o orçamento familiar dos professores, procedendo à medida de forma parcelada, ou seja, caberia à administração pública descontar mensalmente 10% do total de 49 dias letivos que não foram trabalhados, mas o governo está descontando apenas três dias em cada mês.
Ainda de acordo com a Seduc, o retroativo do piso tem o valor de cerca de R$ 100 milhões, incluindo ativos e inativos, e deverá ser pago em quatro parcelas, sendo a primeira no mês de agosto, de acordo com a disponibilidade de receita do estado.

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