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quarta-feira, 6 de novembro de 2013

REGULAMENTAÇÃO DA FUNÇÃO DE CUIDADOR É DEFENDIDA EM AUDIÊNCIA

A regulamentação da profissão de cuidador de idosos foi defendida na manhã desta quarta-feira (06/11), durante audiência pública da Comissão de Assuntos da Criança, do Adolescente e do Idoso da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), presidida pela deputada Claise Maria (PSD). “A regulamentação é muito importante, mas também é necessário que se cuide desse cuidador. Seja o profissional, seja o familiar, que muitas vezes não tem preparo algum para realizar a atividade. Cuidador não é quebra-galho, é alguém que tem comprometimento com a qualidade de vida da pessoa idosa”, afirmou a parlamentar.
Membro da Promotoria de Proteção ao Idoso do Ministério Público (MP-RJ), o promotor Luiz Claudio de Almeida afirmou que é favorável à regulamentação, que se faz necessária para evitar uma série de problemas e distorções das funções a serem desempenhadas pelos profissionais. “É preciso também que o Estado assuma sua responsabilidade para a criação de um serviço público de cuidador de idosos, o que entendemos ser um direito constitucional de todo cidadão”, ponderou Luiz Claudio. O promotor lembrou que, em alguns casos, ações judiciais obrigam o Poder Público a custear um profissional para realizar o trabalho de cuidador de idosos que não possuam condições financeiras para arcar com uma contratação particular, tampouco sua família.
Presidente do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa, Sandra Rabello reforçou a importância da regulamentação da profissão, frisando que a qualificação destas pessoas é imprescindível para a saúde do idoso que necessita de cuidados. “É muito importante que haja um acolhimento aos cuidadores familiares. Vale lembrar que os cuidadores profissionais não estão livres da sobrecarga, inclusive emocional”, pontuou Sandra, que também é coordenadora do curso de Cuidadores da Universidade Aberta da Terceira Idade da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UnATI/Uerj).
Membro do Conselho Estadual de Saúde e representante da Federação das Associações de Favelas do Estado do Rio de Janeiro (Faferj), Kátia Lopes citou o Hospital Estadual Eduardo Rabelo, em Campo Grande, Zona Oeste da capital fluminense, especializado em geriatria, como uma referência e um exemplo a ser seguido. “A estrutura de lá é muito boa, os médicos realizam um trabalho brilhante com idosos, inclusive com equipes itinerantes que, depois da alta ser dada ao idoso, fazem visitas de acompanhamento aos mesmos”, elogiou.
Margareth Glória Sgambato, da Gerência de Programas de Saúde da Pessoa Idosa da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) da capital, revelou que uma experiência que tem dado certo é o Programa de Atendimento Domiciliar ao Idoso (Padi), que já abrange toda a cidade. “Infelizmente o idoso que mora sozinho não é contemplado ainda, visto que hoje é necessário que haja alguém da família participando do processo para que o cadastro no programa seja aceito”, esclareceu Margareth, acrescentando que são realizadas palestras para auxiliar as famílias desses idosos.
Claise Maria informou que receberá da UnATI/Uerj uma cartilha do cuidador, e que irá solicitar à presidência que tal cartilha seja reproduzida na Casa. A parlamentar também lembrou que é autora de uma indicação legislativa (916/11) solicitando ao Governo do estado que crie na Região Metropolitana um Centro Dia para Idosos, que seria um serviço de proteção social especial com a finalidade de promover a autonomia, a inclusão social e melhoria da qualidade de vida destas pessoas atendidas. “Vamos levar essa discussão para outras cidades, a começar por Magé. Temos uma grande preocupação de como está a saúde desses cuidadores”, finalizou a deputada.
(texto de Thiago Manga)



Pedro Motta Lima
Diretoria de Comunicação Social da Alerj
(21) 2588-1627 / 2588-1404

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