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quinta-feira, 28 de novembro de 2013

COMISSÃO DE SEGURANÇA OUVE COMANDANTE DO CFAP SOBRE MORTE DE RECRUTA

A Comissão de Segurança Pública e Assuntos de Polícia da Alerj realiza nesta quinta-feira (28), às 13h, uma audiência extraordinária para ouvir o comandante do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (CFAP), da Polícia Militar, coronel Nélio Monteiro Campos, sobre o caso dos 33 recrutas que sofreram queimaduras e insolação no último dia 12, durante um treinamento no CFAP, em Sulacap, na Zona Oeste do Rio. Um deles, Paulo Aparecido Santos de Lima, de 27 anos, morreu dez dias depois.

Além do coronel, o presidente da comissão, deputado Iranildo Campos (PSD) convocou os instrutores da turma — um capitão e três tenentes —, suspeitos de terem obrigado os recrutas a se sentar no asfalto quente, tendo jogado água fria e areia em alguns. Naquele dia, a temperatura na cidade chegou a 42º C, com sensação térmica de 50º C.

O caso foi classificado como homicídio pelo secretário estadual de Segurança, José Mariano Beltrame, para quem houve excessos cometidos pelos oficiais. Os recrutas faziam parte da turma de 490 recrutas da 5ª Companhia Alfa.

Iranildo Campos esteve no CFAP no último dia 19, quando se reuniu com o coronel Monteiro Campos. “Se houve falha ou erro, vamos apurar. Não podemos deixar a sociedade sem respostas”, afirmou o parlamentar, que se reuniu com os alunos da Companhia Alfa e lhes garantiu que não permitirá qualquer injustiça. "Se forem constatados excessos, todos os responsáveis serão punidos, tenham certeza disso”.

O parlamentar criticou a falta de assistência médica na unidade e a aplicação de exercícios físicos não previstos na programação original. “É inadmissível que, naquele dia, o CFAP não tivesse médico, ambulância e nem desfibrilador para atendimento de emergência. Como pode isso em uma unidade com 2 mil alunos? O cronograma de atividades não incluía exercícios físicos para os recrutas. Esse tipo de atividade só poderia ocorrer após a segunda semana de treinamento”, afirmou o deputado. “A morte desse jovem causa revolta e indignação. Vamos mostrar os erros e excessos cometidos para que nunca mais se repitam”.  

A audiência será na sala 316 do Palácio Tiradentes.

(Lucas Lima)

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