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quarta-feira, 18 de setembro de 2013

RELIGIOSOS E DEPUTADOS DISCUTEM DENÚNCIAS DE INTOLERÂNCIA


RELIGIOSOS E DEPUTADOS DISCUTEM DENÚNCIAS DE INTOLERÂNCIA 


"As pessoas de bem, sejam elas de matrizes africanas ou evangélicas, têm de se unir para dar um basta na discriminação religiosa". Este foi o conselho do Pai Luiz do Omulu, representante da Umbanda e um dos convidados da audiência pública da Comissão de Combate às Discriminações e Preconceitos de Raça, Cor, Etnia, Religião e Procedência Nacional, presidida pelo deputado Bernardo Rossi (PMDB), realizada nesta quarta-feira (18/09) com o objetivo de debater a expulsão de umbandistas de favelas do Rio, revelada no início do mês.
Segundo o umbandista, existem problemas relacionados à intolerância não só por conta da ação de traficantes. Ele contou já ter ouvido diversas denúncias de expulsão, violência em lugares públicos e até intolerância religiosa, mas vindas de educadores. Evangélica há 33 anos, a deputada Rosângela Gomes (PRB) nega a união do tráfico com correntes evangélicas.  "Não acredito que homem ou mulher convertidos esteja no tráfico. Uma coisa é a vida no tráfico. Outra, a vida com Deus", opinou. De acordo com a deputada, não há justificativa para a retirada de umbandistas de favelas, como o ocorrido. O deputado Átila Nunes (PSL) concordou com Rosângela e reforçou que a pessoa "pode ser convertida ou traficante, mas a pessoa não pode ser ambos".  Ele defendeu a realização de uma nova audiência, para aprofundar o debate. "No momento em que você detecta as razões disso, você pode atacar o problema", concluiu Nunes.
Responsável pelo Núcleo de Combate à Intolerância Religiosa da Polícia Civil, o delegado Henrique Pessoa destacou os avanços no combate a esse tipo de preconceito nos últimos anos. Segundo Pessoa, a possibilidade de registrar a ocorrência na delegacia como intolerância religiosa - em vez de ofensa verbal, ameaça, lesão corporal, etc - foi uma das melhorias.  "A questão da intolerância religiosa ficava à parte desse processo. Até para a gente entender como a coisa funcionava, de que forma, onde, quais eram as religiões ofendidas e ofensoras isso seria importante", recordou Pessoa. Ele também apontou a ênfase no racismo durante as quatro horas de aula para policiais sobre crime de ódio e a existência de religiosos na Academia da Polícia como avanços no combate ao preconceito.

Texto de Gabriela Caesar

Fernanda Galvão
Diretoria Geral de Comunicação Social 
da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro
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